O ministro das Finanças disse hoje que o seu libido era “que não houvesse tarifas” entre União Europeia (UE) e Estados Unidos, a um dia do prazo informal para concórdia entre os dois blocos para evitar taxas adicionais norte-americanas.
 
“Se me perguntar qual seria o meu libido, é que não houvesse tarifas. Não estou a participar na negociação, nenhum outro ministro das Finanças está [pois] a negociação está a ser conduzida pela Percentagem Europeia”, afirmou Joaquim Miranda Sarmento.
Falando no final da reunião do Ecofin, em Bruxelas, a um dia do prazo definido informalmente pelos Estados Unidos uma vez que data-limite para concluir um concórdia mercantil com o conjunto comunitário para evitar a emprego de tarifas punitivas de 20% a 50% sobre produtos europeus, o governante escusou-se a comentar eventuais taxas de 10% para alguns produtos e de menores dimensão para outros, uma vez que as que se equacionam.
“Eu não conheço os termos da negociação, nem uma vez que a negociação está a discurso. Do nosso ponto de vista, aquilo que nós sempre defendemos […] é que a emprego de tarifas é uma má política económica, que vai prejudicar as economias e, sobretudo, os consumidores de mais baixos rendimentos”, referiu.
Joaquim Miranda Sarmento admitiu que as “negociações são bastante difíceis”, mas disse responsabilizar “que a Percentagem está a procurar proteger os melhores interesses da Europa”.
Já questionado sobre uma verosímil prorrogação do prazo, de quarta-feira para início de agosto, o ministro português da tutela adiantou: “A incerteza é muito prejudicial aos agentes económicos e, portanto, tudo o que possa ser varar a incerteza, chegarmos a um concórdia e os agentes económicos saberem aquilo com o que podem racontar, é positivo”.
As tensões comerciais entre Bruxelas e Washington devem-se aos anúncios do Presidente Donald Trump de imposição de taxas de 25% para o aço, o alumínio e os automóveis europeus e de 20% a 50% em tarifas recíprocas ao conjunto comunitário, estas últimas, entretanto, suspensas por 90 dias.
A Percentagem Europeia, que detém a conhecimento da política mercantil da UE, tem optado pela prudência e essa cautela é apoiada por países uma vez que Portugal.
Bruxelas quer conseguir negociar com Washington, tendo já proposto tarifas zero para bens industriais nas trocas comerciais entre ambos os blocos.
Atualmente, 379 milénio milhões de euros em exportações da UE para os Estados Unidos, o equivalente a 70% do totalidade, estão sujeitos às novas tarifas (incluindo as suspensas temporariamente) desde que a novidade governo dos Estados Unidos tomou posse, em janeiro pretérito.
Segundo a Percentagem Europeia, está em motivo uma taxa média de direitos aduaneiros dos Estados Unidos mais elevada do que na dez de 1930.
A UE e os Estados Unidos têm o maior volume de transacção entre parceiros, de 1,5 biliões de euros.
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