“Estas são iniciativas aguardadas há muitos anos, sobretudo a relativa ao cinema e também a relativa aos dobradores”, afirmou Claudia Curiel, secretária da Cultura mexicana durante uma conferência de imprensa, indicando que as propostas respondem a reivindicações antigas do setor.

A governante salientou que a legislação atual ficou desfasada face às mudanças tecnológicas.
Entre outros objetivos, a nova lei visa também assegurar a distribuição de conteúdos, garantindo a sua exibição em cinemas e a sua apresentação em plataformas de ‘streaming’.
A segunda iniciativa aborda as preocupações da indústria de dobragem em relação à inteligência artificial (IA).
Curiel indicou que, “pela primeira vez”, a voz humana será reconhecida como uma ferramenta artística, “única e insubstituível”.
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