
Segundo a empresa gestora daquele transporte, vão existir serviços alternativos de hora a hora, “nos mesmos horários e percursos dos realizados hoje, servindo Serpins, Lousã-Estação, Miranda do Corvo e Vale das Flores (em ambos os sentidos)”. Em comunicado, a Metro Mondego anunciou que, após reunir com a Proteção Civil, “foi considerado não estarem reunidas as condições de segurança para a operação do ‘metrobus’ no troço suburbano”. “Estamos a trabalhar numa solução para providenciar alternativas nas paragens que não estão a ser abrangidas pelo serviço alternativo, em virtude de estarem encerradas ao tráfego algumas estradas municipais”, refere a empresa. A normalização do serviço ocorrerá logo que seja possível uma avaliação mais precisa dos danos existentes e o consequente restabelecimento das condições de segurança adequadas. Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. Leia Também: Metro Mondego retoma operação no troço suburbano suspenso há três dias
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