O Metropolitano de Lisboa anunciou, esta quarta-feira, que todas as estações estarão encerradas a partir das 20h00 de quinta-feira, noite de Santo António, devido à realização de plenário de trabalhadores.
 
A circulação será retomada às 6h30 do dia 13 de junho, de entendimento com um enviado enviado às redações.
“A urgência de interrupção do serviço decorre de uma iniciativa inédita e inusitada das organizações sindicais representativas dos trabalhadores da empresa, que convocaram um plenário para a noite de 12 para 13 de junho. A convocatória apela expressamente à participação de todos os trabalhadores, não considerando a urgência de testificar serviços de natureza urgente e necessário, posição que foi mantida pelas organizações sindicais em reunião com a empresa no final da tarde de hoje”, explicou a empresa.
A entidade apontou ainda que, porquê o plenário acontece num período de “aumento exponencial da procura do serviço do Metro, associado às festas da cidade de Lisboa, e tendo em conta as comunicações de falta já apresentadas pelos trabalhadores”, concluiu-se “não estarem reunidas as condições operacionais mínimas e as necessárias condições de segurança para a manutenção da rede em funcionamento”. Viu-se, assim, “forçada a instaurar o fecho antecipado das estações e a suspensão da circulação”, por forma a vigorar um “sentido de serviço e de responsabilidade”.
“Tendo em conta os impactos desproporcionados causados e não havendo urgência ou tema que implique a realização do plenário nesta ocasião, a empresa não pode deixar de recorrer às organizações sindicais e aos trabalhadores para que reagendem a realização do plenário, assim reafirmando o seu compromisso com a comunidade e o serviço público, por diversas vezes já demonstrado e reconhecido”, complementou.
O Metropolitano de Lisboa lamentou, ainda assim, “os transtornos que a situação causará a todas as pessoas que escolhem o transporte público porquê opção de mobilidade para festejar, com tranquilidade e segurança, as festas da cidade”, tendo assegurado que “continuará hipotecado na solução célere e eficiente das matérias objeto do processo negocial em curso”.
“Neste contexto, continuará a envidar todos os esforços para a solução das questões suscitadas, conciliando o interesse público com os legítimos interesses dos trabalhadores”, rematou.
[Notícia atualizada às 21h33]
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