O mensageiro de Portugal no País, António Costa Moura, afirmou esta terça-feira, 24 de Junho, que as relações de cooperação entre os dois países “estão muito muito e recomendam-se”, mas sublinhou a valia de aprofundar os laços económicos e comerciais, informou a filial Lusa.
“Em termos de cooperação económica e mercantil, podemos e devemos progredir. Moçambique pode lucrar maior peso na balança mercantil portuguesa, e Portugal pode também aumentar a sua presença no mercado moçambicano. Portugal continua a ser um dos dez maiores investidores no País e assim pretende manter-se”, declarou o diplomata, que se encontra em final de missão.
Recebido pelo Presidente da República Daniel Chapo, António Costa Moura destacou que a componente económica e mercantil constitui a base do relacionamento bilateral. Referiu ainda a presença de murado de 400 empresas portuguesas no País e a cooperação em áreas uma vez que segurança, instrução e saúde.
O mensageiro considerou vantajoso o facto de Portugal e Moçambique estarem presentemente sob novos ciclos políticos, o que, segundo afirmou, permite “trabalhar com um horizonte de quatro a cinco anos para substanciar e aprofundar a cooperação, sempre com o objectivo de servir os povos de ambos os países.”
Sobre Moçambique, António Costa Moura expressou crédito no porvir do País, destacando a juventude da população e o seu crescente domínio das áreas de ciência, tecnologia e artes, que considerou essenciais para o desenvolvimento e incremento parcimonioso.
“Em termos de cooperação económica e mercantil, podemos e devemos progredir. Moçambique pode lucrar maior peso na balança mercantil portuguesa e Portugal pode também aumentar a sua presença no mercado moçambicano“.
“Acredito que o envolvente de negócios em Moçambique já registou melhorias e que continuará a evoluir positivamente. Esta orifício ao exterior é fundamental para que o País se afirme uma vez que uma democracia com economia de mercado, tanto na região da África Meridional uma vez que no projecto internacional”, afirmou.
Durante as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a 10 de Junho, o diplomata já havia enaltecido a “relação de amizade e cooperação entre países soberanos, livres e iguais”, expressa em diversos acordos bilaterais nas áreas da saúde, instrução, resguardo, segurança, cultura e formação.
Segundo o mensageiro, murado de 10 milénio jovens moçambicanos frequentaram o ensino superior em Portugal nos últimos 30 anos, com um incremento significativo na última dezena, sinal de que os laços entre os dois países “se renovam de geração em geração.”
Destacou também o esteio ao ensino técnico-profissional em Moçambique, recordando que, entre 2001 e 2018, mais de 1700 docentes e directores de escolas profissionais beneficiaram de formação, num processo que contribuiu para a graduação de mais de 60 milénio alunos.
No domínio da resguardo, sublinhou o Tratado de Cooperação Técnica no Domínio Militar assinado em 1988, ao abrigo do qual 1200 militares portugueses prestaram serviço em Moçambique e 590 militares moçambicanos receberam formação em Portugal.a d v e r t i s e m e n t
Painel