O Presidente dos EUA, Donald Trump, promulgou esta sexta-feira o seu emblemático diploma orçamental, no valor de 3,4 biliões de dólares, numa protocolo na Moradia Branca, convertendo em legislação a polémica iniciativa, que promove a extensão de benefícios fiscais, mas também o incisão de despesa em vários programas sociais.
“Promessas feitas, promessas cumpridas”, disse Trump antes da assinatura do documento, numa protocolo ao ar livre, em pleno feriado do Dia da Independência. O Presidente dos EUA disse que a implementação do diploma, confirmado por escassa margem na Câmara dos Representantes, é a sua “maior vitória até à data”. Antes da assinatura, a Moradia Branca foi sobrevoada por aviões da Força Aérea norte-americana.
O diploma envolve uma série de prioridades que Trump tinha definido na campanha, uma vez que o reforço das verbas para o controlo fronteiriço, a redução dos apoios às energias renováveis e a isenção de impostos sobre as gorjetas dos trabalhadores, mas também o incisão em planos de saúde uma vez que o Medicaid e nos programas de assistência cevar para os mais desfavorecidos.
O diploma – chamado de One Big Beautiful Bill – prevê também a extensão dos cortes de impostos que vinham do primeiro procuração de Trump e um incisão na despesa pública, mas que os críticos dizem não ser suficiente (mesmo com as verbas que pretende receptar com as tarifas) para conseguir lastrar as contas públicas e reduzir a dívida massiva dos EUA.
Ainda assim, Trump mostrou a sua satisfação perante a vitória legislativa. “Nunca vi tantas pessoas tão felizes no nosso país por justificação disto, porque muitos grupos de pessoas estão a ser cuidados: os militares, civis de todos os tipos, empregos de todos os tipos”, disse Trump na protocolo, agradecendo aos líderes republicanos de ambas as câmaras por terem conseguido a aprovação. O próprio Trump contactou vários congressistas e chamou alguns à Moradia Branca para pressionar a aprovação do diploma e conseguir promulgá-lo antes do almejado prazo de 4 de julho.
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