Observadores pré-eleitorais do Núcleo Africano para Governança e do Fórum de Comissões Eleitorais dos países da SADC, consideram que a disputa entre o presidente Lazarus Chakwera e os antigos estadistas Peter Mutharika e Joyce Orquestra, fará da eleição do próximo 16 de Setembro, o escrutínio mais austero da história do Malawi.

A posição, surge numa profundeza em que aumenta cada vez mais a intensidade política, violência entre os apoiantes dos principais partidos, à meio de uma suspeição sobre os órgãos eleitorais que reina no seio dos eleitores.

Além de Peter Mutharika e Joyce Orquestra, Lazarus Chakwera terá de se pôr ao fundo, para ultrapassar  Atupel Muluzi, rebento do idoso presidente do Malawi, Bakili Muluzi e Dalitso Kabambe, idoso governador do Banco Médio, que assumiu o partido UTM, do idoso vice-presidente do Malawi, Saulos Chilima que morreu no trágico acidente distraído.

Os pré-observadores, alertam a percentagem eleitoral para gerir um processo de votação confiável, transparente e que preserve a integridade democrática.

Enquanto os preparativos técnicos da percentagem eleitoral progridem, a missão observa que percepções de suspeição e suspeita persistem entre certas partes interessadas no processo.

A avaliação pediu um engajamento fortalecido entre a Percentagem eleitoral e os actores eleitorais, observando que os esforços recentes em direcção ao diálogo representam passos positivos.

Os pré-observadores liderados pelo Juiz Barnabas Nyamadzabo, que é presidente da Percentagem Eleitoral Independente de Botswana, instou a percentagem eleitoral a estugar os esforços para edificar a crédito pública e a fé na integridade do escrutínio.

Para Nyamadzabo, a anulação das eleições presidenciais de 2019 contribui para a incerteza do público quanto à realização de eleições confiáveis ​​e outras percepções, incluindo o défice de crédito nos órgãos eleitorais.

O legado da União Europeia, Rune Skinnebach reiterou que a falta de crédito nas instituições responsáveis ​​é preocupante, principalmente se houver a segunda volta, o que poderá trazer cimo intensidade de polarização e tensão.

É já no próximo dia 16 de Setembro de 2025 que o Malawi vai às urnas, com a campanha eleitoral a iniciar no dia 14 de Julho. (RM Blantyre)

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