advertisemen tMaláui perde cerca de 32 mil hectares de floresta por ano, tornando-se no segundo país de África com a maior taxa de desflorestação. Segundo noticiou a Rádio Moçambique, este número representa a perda de 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país devido aos danos ambientais, de acordo com dados avançados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A coordenadora do programa de Negócios Inclusivos e Verdes do PNUD, Cinzia Tecce, descreveu estes danos ambientais como “alarmantes”, e apelou ao Governo a accionar um plano de emergência para contornar a situação. Falando na cerimónia do lançamento da Janela 2 da terceira ronda do Mecanismo de Transição Económica Verde, que oferece apoio financeiro a empresas do sector privado que implementam projectos de conservação ambiental, Tecce explicou que o PNUD já está a desempenhar a sua parte, na prestação de apoio financeiro a instituições privadas para promoverem soluções empresariais sustentáveis. São empresas que deverão apresentar soluções que abordem desafios ambientais como a desflorestação, a perda de biodiversidade, o acesso à electricidade e a erosão dos solos.
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