A Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) divulgou os seus resultados relativos ao treino financeiro de 2024, e apresenta um resultado líquido de 368,1 milhões de meticais (5,7 milhões de dólares) em 2024, um aumento significativo se comparado com os 43,4 milhões de meticais (673,2 milénio dólares) registados em 2023.
“As acções implementadas ao longo do ano de 2024, com destaque para a criteriosa gestão prudencial, boa selecção de riscos, redução de custos operacionais, informatização de processos, entre outros, permitiram a consolidação dos rácios financeiros da empresa”, avançou a entidade por meio de um enviado.
Citado no documento, o presidente do Juízo de Governo (PCA) da Emose, Janfar Abdulai, os resultados do ano pretérito são “reconfortantes e promissores face aos objectivos definidos pela seguradora”, recordando que, em 2023, a seguradora que dirige liderou o mercado vernáculo de seguros.a d v e r t i s e m e n t
Recentemente, a Emose avisou que os prejuízos provocados pelas manifestações pós-eleitorais que decorreram no País não são cobertos pelas apólices de seguro, apesar das “solicitações” que tem recebido.
“Importa referir que, à luz da apólice, as manifestações causadas por eventos políticos não são cobertas. O contexto hodierno do sector dos seguros em Moçambique exige uma postura pró-activa informada e estrategicamente ajustada à dinâmica do mercado”, afirmou Janfar Abdulai.
O Estado detém uma participação de 31% directamente no capital social da seguradora e, através do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), outra de 39%. Entre outros pequenos accionistas, conta-se ainda a Cooperativa dos Gestores Técnicos e Trabalhadores da EMOSE, com uma quota de 20%.
O mercado segurador de Moçambique conta com tapume de 20 empresas autorizadas e é liderado há mais de 40 anos pela Emose, criada dois anos em seguida a independência vernáculo, através da naturalização e fusão das seguradoras Lusitânia, Tranquilidade de Moçambique e a Nauticus.
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