De acordo com os resultados divulgados em comunicado, o resultado líquido ajustado do grupo, que exclui elementos não recorrentes, foi de 15.600 milhões de dólares, o que representa uma queda de 15%.

O fluxo de caixa, de quase 28.000 milhões de dólares, mostra uma diminuição de 7%, devido ao crescimento acelerado da produção, assinalou o grupo.
A rentabilidade média do capital situa-se em 12,6%, “a melhor entre as grandes empresas pelo quarto ano consecutivo”, e o rácio de endividamento foi de 15% no final de 2025.
O presidente e presidente-executivo da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, mostrou-se satisfeito com os resultados sólidos do grupo num contexto geopolítico complexo.
“A TotalEnergies demonstra mais uma vez a sua capacidade de resistir à queda dos preços dos hidrocarbonetos, graças ao crescimento da sua produção de hidrocarbonetos e eletricidade”, comentou o responsável.
Para 2026, o grupo prevê 15.000 milhões de dólares em investimentos líquidos, dos quais aproximadamente 4.000 milhões serão destinados a “esforços de investimento em energias de baixo carbono”, principalmente eletricidade renovável e proveniente de centrais elétricas a gás.
No ano passado, a produção de eletricidade renovável do grupo aumentou 21%, enquanto a de gás cresceu 11%.
A TotalEnergies também anunciou um aumento de 5,6% no seu dividendo, para 3,40 euros por ação, para o exercício de 2025.
Uma aposta que se revelou rentável para o grupo, uma vez que o título ganhou quase 12% desde 08 de dezembro, data da sua entrada na bolsa de Wall Street, ultrapassando os 62,5 euros.
Leia Também: Operação que incluiu Portugal apreende 1,2 mil milhões em dinheiro falso

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts