
A bolsa de Lisboa iniciou a semana em subida, seguindo os ganhos das principais congéneres internacionais, que corrigem as pesadas perdas da passada sexta-feira, animadas pela perspetiva de cortes de taxas da Suplente Federalista (Fed), depois os fracos números do ofício dos EUA. O índice de referência pátrio, o PSI, subiu 1,35% para 7.729,71 pontos, com 11 dos seus 15 títulos no virente, depois de uma semana preenchida com resultados das empresas que integram o índice. Os ganhos foram liderados pela Mota-Engil, construtora sensível ao contexto parcimonioso internacional, que acelerou 5,72% para 4,694 euros. Seguiu-se o BCP, que renovou máximos de quase 10 anos, ao subir 4,00% para 0,7384 euros, seguindo os ganhos setoriais da mesa europeia, e a Jerónimo Martins, que ganhou 2,92% para 21,14 euros. A JM valorizou mesmo depois ter sido cândido de cinco descidas do “target” depois resultados. A rival retalhista Sonae também contribuiu para os ganhos do índice, com uma valorização de 1,27% para 1,274 euros. Destaque ainda para os ganhos de mais de 2% dos CTT, que subiram 2,19% para 7,47%. Já o grupo EDP fechou misto, com ganhos de 0,29% para 3,753 euros para a EDP e perdas de 0,29% para 10,31 euros para a EDP Renováveis. Ainda na virilidade, a Galp cedeu 0,25% para 16,29 euros, num dia de queda para o petróleo nos mercados internacionais. A liderar as perdas, estiveram a Semapa e a Corticeira Amorim, que perderam 0,80% para 17,36 euros e 0,38% para 7,77 euros, respetivamente.
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