“Parem o relógio”. É oriente o pedido de 50 líderes de empresas europeias fizeram à Percentagem Europeia, solicitando uma pausa de dois anos na implementação das regras do AI Act, documento que visa regular a Perceptibilidade Sintético (IA) no conjunto europeu.
“Numa estação de mudanças tecnológicas, económicas e geopolíticas sem precedentes, a capacidade da Europa de liderar a inovação e a adoção da IA será crucial para enfrentar os desafios de competitividade e soberania tão claramente identificados por Mario Draghi – mormente nas nossas indústrias mais consolidadas e estratégicas”, vincam os signatários da epístola dirigida a Ursula von der Leyen, aos vice-presidentes da Percentagem Henna Virkkunen e Stéphane Séjourné e ao comissário Valdis Dombrovskis.
Todavia, os CEO asseguram que o “estabilidade está a ser interrompido por regulações da UE pouco claras, sobrepostas e cada vez mais complexas”, o que “coloca em risco as ambições europeias em termos de IA, por compromete não só o desenvolvimento de campeões europeus, mas também a capacidade das indústrias implementarem IA na graduação exigida pela concorrência global”.
Embora o AI Act seja amplamente elogiado por estar na risco da frente da regulação da IA – num momento em que não se sabe para onde caminha -, a União Europeia é criticada por regular primeiro e muito, em vez de deixar a inovação intercorrer naturalmente.
A epístola é assinada por executivos de topo, nomeadamente o CEO da Airbus, do BNP Paris, da Lufthansa, da Siemens Energy, da Mercedes-Benz, da francesa Mistral, da SpreadAI e da ElevenLabs.
Os gestores admitem que a Europa já tem vantagens, nomeadamente “uma base industrial sólida, exuberância de talento, investigação de nível mundial, uma cultura de preâmbulo e salvaguardas regulatórias”, e que embora o AI Act seja positivo é preciso passar à ação. “O próximo pacote global do dedo e a verificação da habilidade do dedo devem refletir uma mudança decisiva em relação a uma abordagem regulatória mais proporcional e favorável à inovação”.
Só com a mudança para “regras claras e previsíveis”, consideram os executivos, é que as PME, startups, scaleups e grandes empresas podem contribuir para impulsionar a inovação.
A epístola foi publicada depois da vice-presidente Virkkunen permitir, em entrevista ao Politico, que Bruxelas estava disposta a retardar a emprego de um conjunto de regras de IA. “Se virmos que as diretrizes… não estão prontas a tempo, não podemos descartar o diferimento de alguns segmentos da AI Act”.
A pausa de dois anos visa permitir uma “implementação razoáveis pelas empresas” das medidas em desculpa e “uma maior simplificação das novas regras”. Esta pausa deve ser aplicada aos sistemas regulares, cujas regras entram em vigor em agosto deste ano, e para os sistemas de risco proeminente, que só iniciam o cumprimento das regras em agosto de 2026.
A suspensão da emprego do AI Act vai portanto possibilitar “o espaço necessário para desenvolver uma estratégia de implementação favorável à inovação e identificar vias pragmáticas para a simplificação regulatória, abrangendo os dois sistemas de IA, muito porquê regulações digitais mais amplas”. O próprio conjunto de gestores já desenvolveu propostas detalhadas e mostrou-se disponível para trabalhar com a Percentagem Europeia.
Os gestores que assinaram esta epístola dirigida aos líderes em Bruxelas fazem secção de um grupo maior, representado por mais de 110 organizações empresariais, que dão ofício a mais de 3,7 milhões de pessoas na Europa, além de possuírem uma capitalização superior a três biliões de dólares.
O conjunto europeu – legisladores da UE, Parecer Europeu e Parlamento Europeu – acordou as primeiras regras para combater os riscos da IA no termo de 2023, tendo sido ratificado no primeiro trimestre de 2024, sendo que cada país ficou responsável por fabricar organismos que fiscalizassem o funcionamento das medidas.
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