
A presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) reconhece que no passado houve “fricção” com as operadoras de telecomunicações, designadamente devido ao atraso no leilão do 5G e à abertura a um quarto operador – a Digi -, mas diz que o momento atual é “diferente” e que o regulador “não perspetiva essa necessidade de intervir”. “Não há falta de mais nenhum operador no mercado e é deixar o mercado funcionar”, afirmou, em entrevista ao podcast do Eco “À Prova de Futuro”. A líder da Anacom fala ainda das responsabilidades acrescidas como reguladora das plataformas digitais e da inteligência artificial que vão ter de levar a Anacom a alargar o quadro de pessoal: “Estamos a prever aumentar a equipa faseadamente, conforme essas exigências”.
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