
Expressar que Lanzarote está a flutuar talvez seja um lirismo excessivo. Enfim, esta ilhota vulcânica está, isso sim, firmemente agarrada ao fundo do mar. Lanzarote passou a viver na boca dos portugueses quando José Saramago escolheu a ilhota para se refugiar. Uma escolha sábia. Refúgios é o que não falta, por cá. Com as suas paisagens áridas, a fazer lembrar a superfície da Lua ou de Marte, esta ilhota das Canárias é, sem incerteza, um dos melhores sítios para fugir do trabalho, das obrigações, da vida, de tudo. É o sítio perfeito para pequenas unidades hoteleiras, rústicas, mas com um luxo simples e despretensioso, que respeitam a paisagem e o estilo de vida. É esse o caso de La Casita de Femés, com os seus dois alojamentos boutique, duas casas que já foram uma quinta e um estábulo e que foram restauradas com todo o reverência pela sua história e pelo envolvente em que se inserem, numa verdadeira fusão de natureza com arquitetura. La Casita de Femés e o contraste da paisagem Foto: DR | Frederick Goff Lanzarote é uma ilhota moldada pelo queimada. As suas paisagens quase irreais são o resultado de dramáticas erupções vulcânicas nos séculos XVIII e XIX, que deixaram uma vez que legado campos de lava, crateras e praias de areia negra. Ainda assim, oriente território áspero tem um clima brando e deleitável, que faz da ilhota um fado provável durante todo o ano – com temperaturas médias que oscilam entre os 17°C e os 25°C, Lanzarote tanto protege o visitante do inverno europeu, uma vez que oferece frescura no verão. Recinto interno de La Casita de Femés Foto: DR | Frederick Goff É no meio deste mundo tranquilo feito de contrastes, com pedras negras e firmamento e mar de um azul vibrante, que se erguem as paredes brancas La Casita de Femés. A propriedade está dividida em duas casas: a Vivenda Jable, mais pequena, tem somente um quarto – perfeita para casais ou para alguém que queira estar sozinho com os seus pensamentos no meio da natureza –, e a Vivenda Diama, com três quartos, perfeita para famílias ou grupos de amigos. Os interiores são minimalistas e os materiais foram criteriosamente escolhidos para não destoarem da paisagem: incluem pedra bruta, betão fresco e detalhes artesanais. Tudo o que cá está pertence cá, resultando num design funcional, refinado e perfeitamente enquadrado. Visto de longe, o prédio assemelha-se a uma antiga finca tradicional (mansão rústico), mas à medida que se avança pelo caminho de cinza vulcânica, o espaço transforma-se num refúgio boho-chic. La Casita de Femés é um oásis de tranquilidade no meio da paisagem vulcânica Foto: DR | Frederick Goff La Casita de Femés é o sítio perfeito para umas férias em isolamento e congregação com a natureza. Porém, se ainda resiste dentro de si um libido de conviver, passear e ir à praia, saiba que a propriedade tem uma localização meão e prática para explorar grande secção de Lanzarote. A vila mais próxima é a animada Yaiza (a somente cinco minutos de sege), com lojas e restaurantes. As praias de Puerto del Carmen ficam a escassos 10 minutos de caminho. Já a capital da ilhota, Arrecife, a histórica Teguise, a zona balnear de Famara, o Parque Pátrio de Timanfaya, com a sua paisagem lunar, e a imperdível Fundación César Manrique ficam todos a respeito de 20 minutos de sege. Playa Blanca também fica a 20 minutos, e Haría, no setentrião de Lanzarote, fica a 40 minutos. Se deixou os planos para as férias para a última, tem cá uma supimpa opção. Morada? Roque Bentaiga, 10, La Casita de Femés, Yaiza, Lanzarote, Espanha Reservas? Telefone: 0034 675 277 589 Site: thesuitesresidences.com/es/lacasitadefemes
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