O Juízo de Minerais sul-aficano afirmou que a proposta de imposto sobre a exportação de minério de cromo do país prejudicará a rentabilidade dos mineiros e levará à perda de empregos em todo o sector.

Segundo informou a Reuters, nesta quinta-feira, 3 de Julho, a economia mais avançada de África é a maior exportadora mundial de cromo, minério usado principalmente no fabrico de aço inoxidável. 

O país costumava ser também o maior produtor mundial de ferrocromo, uma combinação de cromo e ferro, mas perdeu essa posição de liderança para a China, principalmente devido aos altos custos de electricidade, que forçaram muitas fundições a fechar.

A 26 de Junho, a África do Sul anunciou ter concordado em reduzir as tarifas de vontade para as fundições de cromo, muito porquê com uma proposta para impor um imposto sobre as exportações de minério de cromo, porquê segmento dos esforços para impedir o declínio da indústria do ferrocromo.

Por sua vez, o Juízo de Minerais da África do Sul, que representa as maiores mineradoras do país, afirmou, num enviado, que o imposto “não alcançaria os objectivos do Governo de sustentar a indústria do ferrocromo e preservar os empregos.”

Em vez disso, “teria um impacto negativo sobre os produtores de cromo e na tributo significativa que esta indústria dá tanto à economia da África do Sul porquê aos empregos que sustenta e faz crescer”.

O sector do cromo da África do Sul emprega directamente 25 milénio pessoas e rendeu ao país 85 milénio milhões de rands (4,85 milénio milhões de dólares) em receitas de exportação em 2024, de contrato com o Juízo de Minerais.

Em 2024, o país exportou um recorde de 20,5 milhões de toneladas métricas de concentrado de cromo, principalmente para a China, o maior importador mundial desta mercadoria.

Entre as empresas que extraem e processam cromo na África do Sul estão a Glencore, a Tharisa Plc e a South32.

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