O candidato à liderança do PS José Luís Carneiro considerou esta segunda-feira que a revisão constitucional “não é uma prioridade política” nem para o seu partido nem para os portugueses, que estão é “preocupados com o quadro político e parcimonioso internacional”.
Durante uma visitante ao laboratório colaborativo em transformação do dedo (DTX), no Campus de Azurém, da Universidade do Minho, em Guimarães, José Luís Carneiro apelou ao “sentido de responsabilidade” dos partidos da direita perante a veras internacional e os compromissos assumidos pelo país no reforço do investimento na Resguardo.
“Nós, Partido Socialista, queremos seguir os esforços do país para executar e honrar os seus compromissos internacionais. E temos também o obrigação de invocar a atenção dos que estão em funções de maioria de que a veras internacional interpela-nos a todos para um grande sentido de responsabilidade”, afirmou o candidato à liderança do PS.
José Luís Carneiro disse que “contas públicas em ordem” significa “a crédito dos investidores internacionais, que são essenciais para capitalizar a economia e as empresas” nacionais.
Quanto a uma eventual revisão constitucional, o até agora único candidato à liderança do PS reiterou que essa “não é uma prioridade política” nem para o partido nem para o país, acrescentando que “os portugueses estão preocupados com o quadro político e parcimonioso”.
José Luís Carneiro alertou para as previsões na União Europeia, que apontam, para nascente ano, “uma perda de muro de um terço do resultado interno europeu, da riqueza europeia”, enquanto para 2026 indicam uma “perda de propagação da economia em muro de metade”.
“Isto não deixará de ter consequências na nossa economia e nas nossas vendas ao exterior, porque muro de 75% das nossas vendas são para o espaço europeu”, avisou o único candidato a secretário-geral do PS até ao momento.
A alongar a esta ensejo, segundo José Luís Carneiro, está o compromisso assumido por Portugal na superfície da Resguardo, que “significa um investimento suplementar de muro de mais de milénio duzentos e oitenta milhões de euros”.
“Temos de estar todos conscientes de que nascente quadro parcimonioso tem ainda um suplementar de despesa pública que tem que ver com o facto de o Estado ter de seguir os esforços europeus e atlânticos, para substanciar o investimento em Resguardo. Temos de executar já nascente ano 2% do investimento em Resguardo”, recordou o socialista.
Segundo José Luís Carneiro, para enfrentar nascente cenário internacional e executar os compromissos assumidos externamente, é importante que a economia portuguesa cresça e crie riqueza.
“A economia portuguesa tem de continuar a crescer e a fabricar riqueza. E só é provável continuar a crescer e a fabricar riqueza se for capaz de levar um choque tecnológico, uma incorporação tecnológica de saliente valor estendido. Temos de prometer que a nossa economia se consegue variar e ser suportada no conhecimento, na originalidade, na inovação e no saber. É necessário que Portugal continue a fazer do investimento na ciência e no conhecimento, uma das suas principais prioridades”, defendeu José Luís Carneiro.
Usando o laboratório colaborativo em transformação do dedo da Universidade do Minho porquê exemplo do bom trabalho que se faz no país a nível tecnológico, o candidato a secretário-geral do PS defendeu que o conhecimento que aí se produz, possa ser depois aplicado em várias áreas do Estado, nomeadamente na Resguardo, na Segurança, nas Comunicações ou na Robustez.
“Procurando promover o propagação sustentável da economia fundamentado no conhecimento, na investigação e na inovação. E é importante que Portugal coloque porquê uma das suas principais prioridades de investimento público, o investimento na ciência, na investigação, no conhecimento e na transferência desse conhecimento para o tecido produtivo, empresarial e social”, salientou José Luís Carneiro.
Painel