
As investigações centram-se nas estratégias de monetização de títulos “gratuitos”, que poderiam induzir os utilizadores a realizar compras dentro da aplicação de forma “não consciente”, mesmo por parte de menores, segundo informou hoje o regulador italiano em comunicado. A autoridade suspeita que a empresa utilize um “design manipulador” nos jogos “Diablo Imortal” e “Call of Duty Mobile” para incentivar sessões de jogo prolongadas e pressionar os consumidores mediante notificações e mensagens que os instam a não perder conteúdos de tempo limitado. Além disso, o órgão investiga se a empresa usa estratégias para tornar “pouco compreensível” o valor real das suas moedas virtuais e se emprega pacotes de moedas que obrigam os jogadores a gastar mais do que o necessário para avançar no jogo. A autoridade suíça da concorrência, a Comissão da Concorrência (Comco), anunciou esta quinta-feira, dia 15, que abriu uma investigação contra a ‘gigante’ americana Microsoft relativamente ao preço das suas licenças. Lusa | 09:48 – 15/01/2026 A AGCM também está a investigar o sistema de controlo parental, que, segundo avançam, as opções predefinidas da plataforma parecem “agressivas” ao selecionar automaticamente as configurações que menos protegem o menor, permitindo compras e tempos de jogo ilimitados sem a intervenção ativa de um tutor. Por último, o regulador também irá examinar se a Activision viola os direitos contratuais dos jogadores ao bloquear contas de forma unilateral e sem uma justificação adequada, e se obriga a aceitar a recolha de dados pessoais para fins comerciais sob a aparência de um passo obrigatório. Leia Também: Microsoft: Empresas chinesas de IA estão a assumir liderança em África
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