De conciliação com uma atualização publicada na sexta-feira pela ENTSO-E – Rede Europeia de Operadores de Transporte de Eletricidade, com base nos dados recolhidos até ao momento, estes planos não conseguiram evitar o colapso do sistema elétrico ibérico posteriormente dois períodos de flutuações de potência e frequência na Superfície Síncrona Continental Europeia (AECE), meia hora antes do apagão generalizado.
Os investigadores salientam que exclusivamente um minuto antes do apagão foram observadas “interrupções na geração no sul de Espanha, o que levou a um aumento da tensão nos dois países afetados”.
Esta sobretensão “desencadeou” uma cascata de perdas de geração que provocaram uma quebra na frequência do sistema elétrico da Península Ibérica”, refere o relatório.
Nesse momento, Portugal e Espanha começaram a “perder a sincronização com o sistema europeu”.
De conciliação com a cronologia prévio elaborada pelos investigadores, poucos segundos antes do apagão, os planos de resguardo do sistema espanhol e português “foram ativados, mas não conseguiram impedir o colapso do sistema elétrico ibérico” apesar de terem sido “elaborados de conciliação com as obrigações legais”.
Por último, “as linhas áreas de manante alternada entre França e Espanha foram desligadas por dispositivos de proteção perante a perda de sincronismo” e, porquê resultado, os sistemas elétricos português e espanhol entraram em colapso.
O comité de peritos observa ainda que “o rápido restabelecimento do fornecimento em Espanha e Portugal demonstrou a preparação e eficiência” dos operadores de rede afetados, a Red Elétrica e a REN, com o espeque e colaboração do operador de redes de transporte francesismo RTE e da empresa de eletricidade marroquina ONEE.
Uma vez concluída a recolha e estudo de dados pelo comité de peritos, será remetido à Percentagem Europeia e aos Estados-membros um relatório final com recomendações para prevenção de incidentes semelhantes no horizonte.
A próxima reunião do tela de peritos está agendada para o dia 23 de junho.
Um galanteio generalizado no aprovisionamento elétrico afetou no dia 28 de abril Portugal e Espanha. O fecho de aeroportos, congestionamento nos transportes e no trânsito nas grandes cidades e falta a de combustíveis foram algumas das consequências do apagão.
As investigações preliminares apontam para uma perda súbita de geração de vontade solar porquê provável culpa, mas as conclusões definitivas ainda estão pendentes.
A Rede Europeia de Gestores de Redes de Transporte de Eletricidade está a investigar as causas deste apagão, que classificou porquê excecional e grave. Nascente tela de peritos terá de elaborar um relatório factual que servirá de base ao relatório final, a concluir até 28 de outubro deste ano.
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