O Executivo de Luís Montenegro estima que dentro de um ano ter concluída a privatização de 49,9% da TAP, a percentagem definida no decreto-lei que foi legalizado esta quinta-feira em Juízo de Ministros e que estabelece que nesta primeira período 44,9% serão alienados a um investidor estratégico do setor da aviação ou a um consórcio liderado por um investidor estratégico, ficando 5% reservados para os trabalhadores. Depois a promulgação do diploma pelo Presidente da República e da sua publicação em Quotidiano da República, haverá um prazo de 60 dias para a pré-qualificação dos interessados. Seguir-se-ão outros muro de 90 dias para a apresentação de propostas não vinculativas e mais outros três meses para a entrega de propostas vinculativas antes da decisão do Juízo de Ministros sobre o candidato selecionado para esta venda direta, que pode ou não vir a ter uma período de negociação. De combinação com o calendário apresentado pelos ministros das Finanças e das Infraestruturas, o caderno de encargos da privatização será legalizado em Juízo de Ministros dentro de 15 dias, mas são já várias as condições anunciadas. Desde logo, a venda de 49,9% da TAP inclui as suas participadas Portugália, Unidade de Cuidados de Saúde TAP, 51% da Cateringpor e 49.9% da Sociedade Portuguesa de Handling, admitindo o Governo a exclusão de ativos imobiliários adjacentes ao aeroporto Humberto Ténue. Joaquim Miranda Sarmento e Miguel Pinto Luz explicaram que os objetivos da privatização passam por restabelecer os montantes investidos pelo Estado na companhia – mais de 3,2 milénio milhões de euros -, substanciar competências de aviação e engenharia muito uma vez que manter rotas estratégicas, fazer crescer a TAP com investimento privado, manter a marca com a sede e a direção em Lisboa e produzir sinergias com um investidor de referência para aumentar a competitividade. Potenciar juntura na segunda período Os dois ministros justificaram a venda de 49,9% nesta primeira período de privatização não só pela sua maior facilidade em termos políticos mas também porque permite potenciar o juntura numa segunda período do processo, para a qual não há ainda calendário. O padrão, disseram ainda, permite também ofertas de investidores fora da União Europeia, e não exclusivamente dos três grandes grupos de aviação – Lufthansa, Air France/KLM e grupo IAG – que têm manifestado interesse na TAP. Entre as áreas estratégicas que terão de ser desenvolvidas pelos candidatos conta-se a apresentação de um projecto de frota reforçado para potenciar novas rotas e estabelecer um projecto de desenvolvimento da operação da TAP no porvir aeroporto Luís de Camões, contribuir também para que o Porto se torne um aeroporto de referência no noroeste ibérico e substanciar as operações em Faro e nas ilhas, expandir a oferta de serviços de engenharia , nomeadamente em manutenção de componentes e motores e posicionar a TAP na liderança da produção de combustíveis sustentáveis ​​para a aviação. Apesar da venda de uma posição minoritária, o Governo pretende, através da celebração de um combinação parassocial que será negociado caso a caso, prometer a gestão da companhia ao investidor privado. Nesta primeira período quer também permanecer a saber os planos que os interessados ​​da TAP têm para o porvir da companhia aérea, sendo que o comprador terá recta de preferência na venda da segunda período. Também o Estado ficará com recta de preferência em caso de uma desvario futura. Três critérios para a venda Os dois ministros escusaram-se a antecipar as avaliações feitas à TAP pela EY e Banco Finantia alegando que isso prejudicaria a posição negocial do Estado, escusando-se também a falar de potenciais investidores. De combinação com o Governo, a avaliação das propostas será feita com base em três critérios: de recepção, estratégicos e financeiros. Nos primeiros será tido em conta a idoneidade, autonomia e robustez financeira do investidor que terá de ser liderado por um player do setor. Os critérios estratégicos envolvem a qualidade do projecto industrial e estratégico de longo prazo, nomeadamente propagação da frota e planos de desenvolvimento no porvir aeroporto de Alcochete. Os critérios financeiros têm em conta o juntura repentino, ou seja o preço em euros oferecido pelas ações da TAP, mas também outras formas de valorização incluindo bónus de performance, valorização futura das ações remanescentes, dividendos e troca de ações.

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