A bolsa de Lisboa deu seguimento ao início positivo do ano, registando a terceira sessão no verde em 2026, num dia também positivo para as principais praças europeias, que ultrapassaram os receios geopolíticos sobre a Venezuela. O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,53% para 8.514,37 pontos, com 11 dos seus 16 títulos no verde, ultrapassando a fasquia dos 8.500 pontos e atingindo máximos de cerca de 16 anos. Os ganhos foram liderados pela Mota-Engil e pela Sonae, com ganhos de 2,20% para 5,12 euros e de 1,96% para 1,668 euros, respetivamente. Entre os pesos pesados, foi a Jerónimo Martins que mais valorizou, com ganhos de 1,73% para 21,20 euros, depois de a JB Capital ter subido o “target” da dona do Pingo Doce e o Barclays ter seguido o caminho oposto. A retalhista anunciou também o fecho da cadeia de lojas de chocolate Hussel. Do lado das perdas, destaque para o BCP. O único banco cotado na bolsa nacional fechou no fundo da tabela com uma perda de 1,92% para 0,89 euros.

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