A taxa de inflação homóloga da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Poupado (OCDE) desacelerou para 4% em Maio, o nível mais reles desde Junho de 2021, informou a Lusa, nesta quinta-feira, 3 de Julho.

Segundo noticiou, apesar de o ritmo da inflação global da OCDE ter minguado, “os níveis médios de preços em toda a organização continuam a subir a uma taxa quase duas vezes superior à média de 2019 e foram 33,7% superiores aos de Dezembro de 2019”, lê-se num enviado.

A inflação abrandou em 15 países da OCDE, de Abril para Maio, acelerou em nove e manteve a tendência globalmente fixo nos restantes 14.

Turquia, Holanda e Lituânia registaram as maiores reduções da taxa (mais de 0,5 pontos percentuais), enquanto na República Checa, Grécia, México e Noruega os aumentos foram superiores a 0,5 pontos percentuais.

A inflação homóloga no Grupo dos Sete (G7) permaneceu fixo em Maio, mantendo-se em 2,4% pelo terceiro mês contínuo, enquanto na zona do euro, a inflação anual medida pelo Índice Harmonizado de Preços ao Consumidor (IHPC) recuou de 2,2% em Abril para 1,9% em Maio.

A estimativa rápida do Eurostat indica que a taxa de inflação anual na dimensão da Zona Euro deverá situar-se em 2,0% em Junho.

Já no Grupo dos 20 (G20), a inflação homóloga caiu para 3,9% em Maio, sendo que abrandou no Brasil e na Indonésia, enquanto permaneceu fixo ou praticamente fixo na China, Índia, Arábia Saudita e África do Sul.

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