Cabo Verdejante registou uma inflação homóloga de 1,8% em Junho, valor 0,5 pontos percentuais inferior do mês anterior, anunciou nesta segunda-feira (14) o Instituto Pátrio de Estatística (INE) do país, ao publicar o Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Segundo informou a Lusa, a inflação média a doze meses fixou-se em 1,8%, tal porquê registado em Abril e Maio, valor que coincide com a previsão do banco medial para oriente ano.

O indicador de inflação subjacente (índice totalidade excluindo pujança e bens alimentares não transformados) assinalou uma variação homóloga de 2,3%, valor superior em 0,7 pontos percentuais ao registado em Maio.

Leste ano, a taxa de variação acumulada do IPC até Junho é de 1,3%, superior em 0,4 pontos percentuais à observada no mês homólogo do ano anterior, indica o INE.

Em Maio, o Banco de Cabo Verdejante (BCV) reviu em subida as perspectivas de inflação (média a 12 meses) para 1,8% (2025) e 1,4% (2026), “inferior dos 2%, valor de referência para a segurança de preços”, mas supra dos 0,8% que, em Novembro, se previa para ambos os anos, indicou.

A revisão da inflação reflectiu “a incorporação de dados mais recentes com um aumento dos preços supra do esperado, sobretudo de provisões e bebidas nos mercados internacionais”, além de “alguma volatilidade esperada nos preços energéticos, influenciada por factores geopolíticos e pressões internas associadas aos preços de alguns serviços”, justificou o BCV.

A inflação em Cabo Verdejante está historicamente ancorada à Europa por ser o principal fornecedor do país.

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