Mesmo com o país às escuras por mais de 12 horas, por desculpa do apagão de a 28 de abril,  o consumo de eletricidade em Portugal atingiu o valor mais ressaltado de sempre no primeiro semestre de 2025, revela a REN – Redes Energéticas Nacionais. O anterior recorde de procura de virilidade elétrica tinha sido registado há 15 anos, em 2010.


No reunido entre janeiro e junho, refere o operador do sistema elétrico vernáculo, a produção renovável abasteceu 77% do consumo, com a hidroelétrica a simbolizar 36%, a eólica 26%, a solar 11% e a biomassa 5%. Os índices médios de produtibilidade no semestre foram de 1,41 para a hidroelétrica, 0,98 para a eólica e 0,88 para a solar .


Nos primeiros seis meses do ano Portugal consumiu 26.229 gigawatts-hora, ultrapassando em muro de 240 GWh o anterior sumo, datado de 2010. Oriente valor representa um desenvolvimento de 2,2% face ao mesmo período do ano pretérito, ou 2% considerando os efeitos da temperatura e do número de dias úteis, diz a REN em enviado. Já a produção a gás proveniente abasteceu 13% do consumo, enquanto os restantes 10% corresponderam a virilidade importada. 


No que diz saudação exclusivamente ao mês de junho, o consumo de virilidade elétrica registou um desenvolvimento, de 4,4%, ou 3,1% com correção dos efeitos da temperatura e dias úteis. De consonância com a REN, apesar do aumento da procura, no mês pretérito as condições meteorológicas foram desfavoráveis para a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis. Em junho os índices de produtibilidade ficaram inferior dos valores médios: 0,92 para a hidroelétrica, 0,88 para a eólica e 0,91 para a solar.


“Ainda assim, a virilidade solar manteve a tendência de desenvolvimento, com picos diários superiores a 3.200 MW e, pela primeira vez, um peso mensal equivalente ao da virilidade eólica”, explica a REN. No totalidade, a produção renovável abasteceu 55% do consumo em junho, enquanto a produção não renovável respondeu por 17% e os restantes 28% foram assegurados por importações.

Uso de gás para produzir eletricidade disparou 32% em junho


Com as renováveis a produzir menos em junho, o consumo de gás proveniente registou no mês pretérito um disparo de 32% (face ao período homólogo), impulsionado pelo aumento da produção de eletricidade a partir de gás proveniente. Em sentido contrário, o segmento convencional, que inclui os restantes consumidores, registou uma quebra de muro de 14%.


No primeiro semestre de 2025, o consumo reunido de gás proveniente cresceu 10,1%, com o segmento de produção de eletricidade a mais do que duplicar face ao mesmo período do ano anterior. Já o segmento convencional registou uma contração de 7,6%, atingindo o valor mais ordinário desde 2009.


O provimento do sistema vernáculo foi assegurado quase na totalidade pelo terminal de Gás Oriundo Liquefeito de Sines, com dois terços do gás proveniente da Nigéria. No totalidade do semestre, 96% do aprovisionamento foi feito através de Sines, com a Nigéria e os Estados Unidos a representarem, respetivamente, 54% e 33% do totalidade de gás consumido em Portugal.

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