No primeiro trimestre, a LME teve um poderoso aumento no volume quotidiano de negociação – o segundo maior volume trimestral dos últimos 11 anos –, destacando-se as valorizações do cobre, estanho e alumínio, diz Ângelo Custódio. Agora, “o mercado de metais continua influenciado por uma combinação de fatores, incluindo as políticas comerciais dos EUA, interrupções nas cadeias de distribuição, flutuações na procura global e desvalorização do dólar”, aponta o exegeta de mercados do Banco Best.

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