O grupo turístico sul-africano Singita (sítio de milagres, na língua africana changana), que opera 19 empreendimentos em quatro países africanos, anunciou a intenção de erigir três hotéis no arquipélago de Bazaruto, na província de Inhambane, região Sul de Moçambique.

Com o objectivo de obter base do Governo, o projecto foi apresentado nesta quarta-feira, 18 de Junho, pelo director-executivo daquele grupo de ecoturismo e preservação ambiental, Luke Bailes, durante uma reunião em Maputo com o Presidente da República, Daniel Chapo.

“Encontrámo-nos com o Presidente para discutir algumas iniciativas na superfície do turismo. Estamos à procura de erigir dois, talvez três, hotéis, ‘lodges’, no arquipélago de Bazaruto, um dos locais mais procurados pelos turistas em Moçambique”, descreveu.

Citado pela Lusa, o responsável esclareceu que “o grupo Singita é uma marca de ecoturismo e conservação e tem o compromisso de preservar e proteger a natureza selvagem de África para as gerações futuras”, revelando que inaugurou o seu primeiro “lodge” em 1993, estando agora presente na África do Sul, Zimbabué, Tanzânia e Ruanda.

“O Singita emprega agora centenas de pessoas em África e opera 19 alojamentos, acampamentos e vilas de uso restrito em seis locais que abrangem quatro países — cada um deles um santuário de sossego que celebra a venustidade da floresta africana”, acrescentou.

Recentemente, dados da realização orçamental de Janeiro a Dezembro de 2024 apontaram que 208 empreendimentos do sector turístico entraram em funcionamento em Moçambique no ano pretérito, apesar da quebra no sector devido à tensão pós-eleitoral. De concórdia com o documento do Governo, no mesmo período, foram abertos 108 novos estabelecimentos de restauração e bebidas e 32 agências de viagens, e formados mais de milénio profissionais.

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