A cidade da Matola acolheu esta sexta-feira, 30 de Maio, a inauguração de um novo prédio no Terminal de Carvão da Matola, marcando um capítulo na estratégia de expansão da Grindrod no País. A protocolo, que contou com a presença do Presidente da República, simbolizou mais do que a brecha de um prédio.

Na ocasião, o director executivo da Grindrod, Xolani Mbambo, sublinhou a valimento do momento: “Levante é o vosso prédio. Levante é o vosso activo. Estamos cá não exclusivamente a comemorar, mas a testemunhar o que é provável quando se trabalha com visão e compromisso.”

Uma dezena de investimentos

Desde 2016, a Grindrod investiu mais de 6,4 milénio milhões de meticais (100 milhões de dólares) nas operações portuárias em Maputo, Matola e Nacala. Entre os projectos estão a instalação de um carregador de navios na Matola (2010) e a dragagem do cais (2016-2017), que permitiram à infra-estrutura manusear navios, atingindo uma capacidade de nove milhões de toneladas anuais, supra das previsões de 7,3 milhões.

A expansão reflecte-se também na compra dos 35% de participação no terminal da Matola, um investimento de 5,05 milénio milhões de meticais (79 milhões de dólares), seguido de um compromisso suplementar de 5,12 milénio milhões de meticais (80 milhões de dólares) para duplicar a capacidade para 12 milhões de toneladas por ano. O projecto de investimento da Grindrod contempla ainda a modernização de equipamentos pesados, melhorias nos sistemas de gestão e a introdução de tecnologias para monitorização em tempo real da movimentação de fardo.

Mais do que números: impacto social e regional

Durante o evento, Xolane Mbambo destacou que os investimentos não são exclusivamente económicos, mas humanos. “Levante desenvolvimento significa postos de trabalho, oportunidades para empresas e receita fiscal para o Estado”, afirmou. A Grindrod emprega directamente e indirectamente mais de 1200 moçambicanos e colabora com 350 empresas no País.

A construção do prédio, orçada em 320 milhões de meticais (cinco milhões de dólares), incluiu salas de formação, escritórios e uma sala de controlo que integra as operações do terminal. A instalação de sistemas híbridos de robustez, com recurso a robustez solar, e uma política de eficiência energética fazem também secção da novidade infra-estrutura, alinhando-se com os objectivos de sustentabilidade da empresa.

Porto de Maputo: avidez e horizonte

Osório Lucas, director executivo do Maputo Port Development Company (MPDC), reforçou a visão de longo prazo, assinalando que o Porto de Maputo “não é exclusivamente um ponto de passagem de mercadorias, mas um ecossistema”. Em Fevereiro de 2024, foi assinada a extensão da licença do Terminal de Contentores, que permitirá duplicar a capacidade para 530 milénio TEU até 2027, com investimentos superiores a 24,32 milénio milhões de meticais (380 milhões de dólares).

Inauguração do edificio contou com o PR

O responsável anunciou também a construção de um museu portuário, uma ponte para a Ilhéu de Inhaca e uma escola, desenhada por uma arquitecta moçambicana, que servirá milénio estudantes, reforçando o compromisso com as comunidades. A par destes projectos, está em marcha um projecto de digitalização dos processos logísticos e a instalação de um meio de formação do dedo para capacitar quadros técnicos e operacionais.

Integração ferroviária: o papel do CFM

Com o suporte dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), o galeria logístico entre Ressano Garcia e Maputo viu a capacidade da risca aumentar de 13 para 24 milhões de toneladas por ano. Com a expansão da Grindrod, os CFM estimam compreender os 44 milhões de toneladas. Levante aumento permitirá maior fluidez no transporte de carvão, minerais e outros bens essenciais para a economia da região.

“Estamos a aumentar a nossa capacidade para escoltar a Grindrod. Esta expansão vem no momento manifesto. E representa o caminho para reduzir a pressão rodoviária e melhorar a sustentabilidade logística”, afirmou o presidente do parecer de governo dos CFM. A geminação das linhas e a modernização dos vagões de fardo são também partes integrantes desta estratégia conjunta.

Uma visão com raízes moçambicanas

Fundada em 1910, a Grindrod celebra nascente ano 115 anos de operações, posicionando-se porquê uma empresa de logística em África. A sua presença no País, iniciada na dezena de 1990, tornou-se estratégica para o transacção da África Sul. Presentemente, a empresa opera em 21 países e apoia cadeias logísticas de sectores porquê mineração, robustez e lavoura.

“A nossa missão é transformar potencial em progresso. Moçambique é secção dessa visão”, concluiu Xolani Mbambo.

Texto: Nário Sixpene

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