a d v e r t i s e m e n tO Governo da Namíbia aprovou, através do Juízo de Controlo da Electricidade (BCE), um aumento moderado de 3,8% nas tarifas de electricidade proposto pela NamPower, empresa pública de pujança do país, rejeitando o pedido inicial de um aumento de 17,44%. A medida visa proteger os consumidores e manter a sustentabilidade do sector.

A NamPower pretendia aumentar a tarifa média em 17,44%, invocando o aumento dos custos de funcionamento e das infra-estruturas. Na sequência de auditorias financeiras, consultas às partes interessadas e uma estudo técnica, o BCE reviu as necessidades de receitas da NamPower, tendo o Executivo outorgado um base de 15,9 milhões de dólares para gratificar o défice.

A decisão foi influenciada por uma sobre-recuperação de 54,2 milhões de dólares no treino orçamental de 2023-24, graças à elevada produção da mediano hidroeléctrica de Ruacaná, que aliviou a pressão sobre os consumidores.

O BCE sublinhou ainda que mesmo os recentes aumentos moderados das tarifas de pujança afectarão o desenvolvimento do Resultado Interno Bruto, mas advertiu que a pouquidade de ajustes periódicos causaria a deterioração das infra-estruturas, apagões e a perda de crédito dos investidores.

“O BCE procurou um estabilidade melindroso entre a acessibilidade dos preços e a urgência de investimento sustentável no sector energético do país”, afirmou o presidente do órgão regulador, Robert Kahimise.

As novas tarifas entrarão em vigor em Julho deste ano. Embora inferiores à novo taxa de inflação, fixada em 4,2%, as novas tarifas são consideradas essenciais para prometer a fiabilidade da pujança e estribar o desenvolvimento poupado da Namíbia.

Nascente: Further Africa

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