Com o respaldo da Comissão Europeia, o Governo assume que vai, a prazo, começar a reverter o desconto no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) que vigora desde 2022. São mais de uma dezena de cêntimos por litro de combustível que o Executivo quer repor de forma a não pesar na carteira dos consumidores, mas “acabarão por pagá-lo a médio e longo prazo”, diz António Comprido. O secretário-geral da EPCOL, que junta as maiores petrolíferas a operar no mercado nacional, diz que o país não tem de colocar o ISP no nível a que estava, até porque já tem um valor acima da média, criticando o “mistério” que está a ser feito pelo Ministério das Finanças com a receita adicional que o Estado vai arrecadar com este imposto.

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