advertisemen tO Governo do Maláui anunciou que o Zimbabué doou 370 toneladas métricas de milho, com o objectivo de atenuar a crescente crise alimentar que assola o país. O secretário-chefe do Gabinete do Presidente, Justin Adack Saidi, descreveu o acto como “oportuno e de um sentido de responsabilidade partilhada entre as duas nações”. Saidi falava na sede da Agência Nacional de Reservas Alimentares (NFRA), em Lilongwe, durante a cerimónia oficial de entrega do segundo carregamento de milho, onde expressou profundo apreço ao Presidente zimbabueano, Emmerson Mnangagwa, por ter respondido ao apelo num momento crítico. “Quando nos reunimos em Capitol Hill (EUA), a 27 de Janeiro de 2026, para receber o primeiro lote de ajuda, isso trouxe-nos grande alívio, pois sinalizou que os nossos vizinhos, parceiros regionais e a comunidade internacional tinham escutado o nosso apelo”, afirmou Saidi. Frisou ainda que o Governo malauiano ficou encorajado ao receber um segundo carregamento de 370 toneladas métricas de milho, que será destinado às comunidades afectadas pela escassez alimentar provocada pelas alterações climáticas. “Muitas vidas estão em risco, mas estamos satisfeitos porque, em consonância com o compromisso do Presidente da República do Maláui, Peter Mutharika, de garantir que nenhuma vida se perca devido à escassez de alimentos, o seu homólogo, Mnangagwa, e o povo do Zimbabué responderam generosamente”, referiu. Falando no mesmo evento, a embaixadora do Zimbabué no Maláui, Nancy Saungwene, afirmou que o seu país continua a ser um parceiro empenhado e fiável em momentos de necessidade. O Maláui enfrenta actualmente uma escassez alimentar generalizada, após longos períodos de seca terem devastado a produção agrícola. O Presidente Arthur Peter Mutharika declarou o estado de calamidade em 28 distritos, afectando milhões de pessoas em todo o país. Fonte: Malawi Nyasa Times
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