a d v e r t i s e m e n tO Governo cabo-verdiano aprovou um projecto estratégico de resposta e recuperação para as ilhas de Santo Antão, São Nicolau e São Vicente, depois da tempestade tropical que provocou nove mortos, segundo um decreto publicado nesta segunda-feira (18) em Boletim Solene.

De concordância com a Lusa, o documento, apresentado há dois dias, surge posteriormente a enunciação de calamidade e visa “prometer a mais célere e plena reposição das condições de vida, de mobilidade e de acessibilidade da população.”

São Vicente foi a ilhéu mais atingida, com nove mortos confirmados e uma mulher ainda desaparecida.

A tempestade provocou derrocadas em Santo Antão, deixando localidades isoladas devido ao galanteio de estradas e registando danos em redes de chuva, saneamento e vontade.

Em São Nicolau, há a contabilizar também estragos em habitações, vias de notícia e outras infra-estruturas públicas.

O Governo utilizará verbas do Fundo Pátrio de Emergência e do Fundo Soberano de Emergência, criado em 2019 para responder a catástrofes naturais e choques económicos externos.

O projecto estratégico prevê apoios às famílias das vítimas, incluindo rendimentos de emergência, pensões, realojamento temporário e restauração de habitações.

As medidas abrangem ainda o sector parcimonioso, com subvenções, linhas de crédito bonificado e benefícios fiscais para comerciantes informais, pescadores, agricultores e pequenas empresas.

O Governo cabo-verdiano anunciou que 275 pessoas foram realojadas temporariamente em escolas da ilhéu de São Vicente, na sequência da tempestade

Entre as prioridades imediatas estão a desobstrução de vias, reconstrução de muros de contenção, reparação das redes de chuva e vontade, estabilização do saneamento e reforço do sistema de protecção social.

O documento estabelece também um regime extraordinário de contratação pública para correr a realização das obras.

A coordenação política ficará a função do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, envolvendo vários ministros e o presidente da Câmara de São Vicente, enquanto o Juízo Pátrio de Protecção Social assegurará a coordenação operacional.

Além da resposta imediata, será realizado um levantamento exaustivo dos danos para estruturar o programa de recuperação e reforço da resiliência, abrangendo estradas, habitações, orla marítima, sistemas de drenagem e equipamentos públicos e privados.

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