a d v e r t i s e m e n tO ministro dos Transportes e Logística defendeu esta terça-feira, 23 de Dezembro, a necessidade de uma abordagem mais humanizada nos serviços aeroportuários do País, considerando que as autoridades de migração, alfândegas, polícia e investigação criminal não devem ser encaradas de forma hostil pelos viajantes que entram no território nacional, informou a agência Lusa.

A posição foi expressa por João Matlombe durante uma visita ao Aeroporto Internacional de Maputo, no âmbito da monitoria da operação especial da quadra festiva. “Quer a polícia, quer as alfândegas, quer o SERNIC não sejam vistos como se fossem ‘monstros’ quando os viajantes chegam aqui”, afirmou o governante.

Segundo o ministro, para além das funções de controlo aduaneiro, migratório e de segurança, os aeroportos representam a porta de entrada no País e influenciam a imagem de Moçambique junto dos visitantes.

“É preciso humanizar os serviços aeroportuários, porque os aeroportos são também um ponto turístico e a primeira impressão que as pessoas têm quando entram no País”, sublinhou.

No contexto das festividades do Natal e do fim de ano, João Matlombe assegurou que, até ao momento, não há registo de congestionamentos significativos nos aeroportos nacionais e que os voos programados têm partido dentro dos horários previstos.

“Há um trabalho que estamos a fazer para aumentar alguns voos, para responder à procura que temos, e até este momento estamos a conseguir responder quase à pressão toda em relação à demanda”, disse, acrescentando que o esforço será mantido até ao início do próximo ano, incluindo o período de regresso dos viajantes.

As autoridades estimam um aumento significativo do movimento migratório durante a actual quadra festiva. Segundo dados avançados no dia 14, o País espera cerca de 935 978 entradas de viajantes em todas as fronteiras nacionais.

“Perspectiva-se um movimento migratório de cerca de 935 978 viajantes, contra 692 602 da operação 2024/2025”, afirmou a porta-voz do comando conjunto criado para a quadra festiva, Cármen Mazenga.

De acordo com a responsável, o número projectado representa um crescimento de 35% face ao período homólogo, sendo as fronteiras da província de Maputo, incluindo a de Ressano Garcia, as que deverão registar maior pressão, com mais de 662 mil entradas previstas.

Para assegurar maior fluidez no atendimento, as autoridades garantem que a travessia será feita no modelo de paragem única, tanto do lado nacional como do lado sul-africano.a d v e r t i s e m e n t

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