Angola precisa de mobilizar tapume de 8,6 milénio milhões de dólares por ano até 2030 para entender os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e satisfazer os compromissos da Agenda 2063 da União Africana (UA), revelou o secretário de Estado para o Investimento, Ivan Santos, no sábado (28), na capital Luanda.

De conciliação com o Jornal de Angola, Santos, que discursou durante o lançamento do Relatório sobre as Perspectivas Económicas para África, sob o tema “Fazendo com que o Capital Procedente de Angola Funcione Melhor para o seu Desenvolvimento”, sublinhou que nascente défice de financiamento exige inovação na mobilização de capital e maior eficiência e transparência na gestão dos recursos públicos.

O governante referiu, também, que o país possui vastos recursos naturais e capital humano, dos quais valor parcimonioso e estratégico está, ainda, longe de ser plenamente explorado de forma inclusiva e sustentável.a d v e r t i s e m e n t

Santos assegurou ainda que o Executivo angolano tem vindo a promover reformas estruturais, focadas na diversificação económica, na melhoria do capital humano e na modernização das instituições do Estado, reconhecendo que “o prolongamento parcimonioso, embora positivo, com uma taxa de 4,4% em 2024, a mais subida dos últimos cinco anos, não é suficiente para prometer o pleno aproveitamento do potencial produtivo do país.”

Angola, realçou, “está a investir de forma significativa na ensino, na formação técnica e profissional, muito porquê na promoção da paridade de género, considerando ser fundamental preparar a juventude para os desafios do porvir.”

Porém, admitiu que persistem obstáculos, nomeadamente os constrangimentos na mobilização de receitas internas, na eficiência da despesa pública e na gestão sustentável dos recursos naturais.

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