Em expedido, a Frente Generalidade manifesta a sua preocupação com “a geração de um novo ministério – o da Reforma do Estado”, o qual considera que “já se pronuncia que a orientação não será a de tutelar e dignificar os serviços públicos e as funções sociais do Estado”.
 
A federação liderada por Sebastião Santana diz-se ainda preocupada com “a urgência de modificar as políticas que têm promovido a desvalorização do trabalho público e a degradação dos serviços públicos”, reafirmando que vai mobilizar os trabalhadores “para a luta por melhores condições de vida e de trabalho”.
O segundo Governo liderado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro tem 16 ministérios, menos um do que o anterior, e mantém treze dos 17 ministros do executivo cessante. Entre as novas entradas consta Gonçalo Saraiva Matias, porquê ministro coadunado e da Reforma do Estado.
Na mesma nota, a Frente Generalidade insiste que “urge dar resposta, em privado às questões identificadas porquê prioritárias” na proposta reivindicativa geral, nomeadamente no que toca à “valorização salarial e profissional dos trabalhadores da gestão pública”.
Por isso, a federação indica que vai voltar a entregar o documento ao primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Em novembro, o Governo assinou com duas das estruturas sindicais da função pública (a Fesap e o STE) um novo convenção de valorização dos trabalhadores da Gestão Pública. Oriente convenção estabeleceu, nomeadamente, que a base remuneratória da Gestão Pública (vulgo salário mínimo no Estado) subisse para 878,41 euros nascente ano.
O convenção prevê ainda aumentos de 56,58 euros para vencimentos brutos mensais de até 2.631,62 euros e um mínimo de 2,15% para ordenados iguais ou superiores para nascente ano.
A proposta da Frente Generalidade, que ficou de fora deste convenção, prevê um aumento do salário mínimo na gestão pública para 1.000 euros.
Leia Também: Frente Generalidade antecipa agravamento dos ataques a direitos dos trabalhadores

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts