
“Nós continuamos a não aceitar acordos que prejudiquem os trabalhadores, que lhes retirem poder de compra, que não reponham aquilo que têm sido os cortes sucessivos ao longo dos anos”, afirmou o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, à saída da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, em Lisboa. Sebastião Santana indicou que a reunião desta manhã “servia para encerrar formalmente o processo” de Negociação Geral Anual para a Administração Pública, atualmente em curso, e que a informação que foi transmitida pela secretária de Estado é a de que esta “é a última reunião”. Para a Frente Comum, o acordo proposto pelo Governo é de “empobrecimento” e fica “aquém do necessário”, pelo que a federação disse que não o iria subscrever. “Nós não vamos pedir negociação suplementar nem vamos participar nela caso ela exista”, acrescentou. Segundo o coordenador da Frente Comum, a proposta de acordo do Governo apresentada nesta reunião não trouxe novidades face ao já noticiado, prevendo, nomeadamente aumentos de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros para este ano e um aumento do subsídio de refeição na função pública em 15 cêntimos (por dia) ao ano até 2029. Leia Também: PSI em baixa com Jerónimo Martins a descer 2,42% e BCP a subir 1,22%
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