a d v e r t i s e m e n tO fornecimento de gás à África do Sul poderá tolerar uma interrupção grave a partir de meados de 2028. O alerta foi apresentado à Percentagem Parlamentar de Electricidade e Robustez, tendo gerado preocupação entre deputados e representantes do sector energético, que descreveram a situação porquê um “precipício” iminente.

Durante a sessão, entidades porquê o Fundo Medial de Robustez, a Sasol, a Associação de Petróleo e Gás da África do Sul e a Business Unity South Africa analisaram os impactos do provável termo do provimento e sugeriram medidas para evitar uma crise energética.

A presidente do Fundo Medial de Robustez, Ayanda Noah, afirmou que “o novo fornecimento de gás originário à África do Sul, que provém de Moçambique, dos campos de Pande e Temane, está a aproximar-se do termo”, e que o ano de 2028 “está unicamente a três anos de intervalo.”

Noah sublinhou também que “a relevância do gás originário na nossa enxovia de fornecimento de força não pode ser exagerada, porque é um facilitador principal da produção industrial”, reforçando o papel vital deste recurso para a economia do país.

A Sasol, principal fornecedora de gás, explicou que pretende prolongar o fornecimento de gás metano aos mercados industriais durante 24 meses em seguida Junho de 2028, data em que termina o novo contrato de provimento.

Todos os participantes da sessão concordaram que o problema pode ser resolvido, mas alertaram que é necessário agir com urgência. A Percentagem Parlamentar recebeu informações detalhadas sobre o risco e os planos que estão a ser preparados para responder à situação.

O representante da Business Unity South Africa, Jaco Human, reforçou a relevância do gás ao proferir que nascente recurso “pode gerar força, fornecer produtos químicos, combustíveis líquidos, aquecimento directo e força para a logística”, sendo, por isso, principal para o horizonte da economia sul-africana.

Manadeira: SABC News

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