A empresa Fapricela, no concelho de Cantanhede, inaugurou esta quinta-feira uma medial solar em cobertura construída, instalada numa espaço equivalente a sete campos de futebol, um investimento de tapume de 3,5 milhões de euros, revelou o CEO do grupo.


“Nascente é um projeto inovador de força solar, um marco inédito na transição energética de Portugal: é a maior medial fotovoltaica instalada em cobertura no país. Representa não somente em progresso tecnológico, mas também um poderoso compromisso com a sustentabilidade e um horizonte mais limpo e eficiente”, destacou o CEO do grupo Fapricela, Pedro Teixeira.


Durante a protocolo de inauguração, que decorreu esta tarde, Pedro Teixeira explicou que esta medial tem tapume de 14 milénio painéis solares, uma capacidade totalidade de 6,3 MWp, tendo sido “cuidadosamente projetada para prometer a máxima eficiência na captação de força solar”.


“Para certificar um fluxo energético sólido e otimizado, contamos ainda com 34 inversores, que transformaram esta força renovável em eletricidade utilizável”, acrescentou.


De concordância com o CEO do Grupo Fapricela, leste sistema é um contributo direto para a descarbonização do setor energético, reduzindo significativamente a obediência de combustíveis fósseis e, consequentemente, a emissão de gases de estufa.


“Estima-se que leste sistema possa evitar a emissão de milhares de toneladas de CO2 ao longo da vida útil da instalação. Cada quilowatt produzido é um passo firme rumo ao horizonte mais limpo, beneficiando as próximas gerações e reforçando a prestígio da inovação na luta contra as alterações climáticas”, indicou.


No seu entender, para além dos benefícios ambientais, leste projeto “prova a viabilidade económica de transição energética”.


“A força solar é hoje uma opção de compromisso capaz de gerar eletricidade a custos reduzidos, assegurando não só o impacto ecológico positivo, mas também sustentabilidade financeira. Nascente é um compromisso com um protótipo energético muito virente e responsável, desempenado com o objetivo de neutralidade carbónica e uma sociedade mais sustentável”, evidenciou.


Ao longo da sua mediação, Pedro Teixeira aludiu ainda ao “valioso papel” desempenhado pela Helexia Portugal neste projeto, que foi “fundamental para o seu sucesso”.


Já o diretor universal da Helexia Portugal, Luís Pinho, afirmou que leste projeto contribui para evitar a emissão de 4 milénio toneladas de C02 por ano.


“Se quisermos estabelecer um paralelo sobre a produção de força, equivale a abastecer o consumo elétrico anual de tapume de 1.700 agregados familiares, ou tapume de 30% dos agregados familiares de Cantanhede, com mais de três elementos. Permite também o equivalente a carregar tapume de 100 milénio carregamentos completos de veículos elétricos ou iluminar mais de 30 milénio candeeiros LED de rua durante um ano”, informou.


Para o responsável da multinacional especializada em soluções de transição energética, leste projeto é prova de que a transição energética é verosímil, mesmo em contextos industriais exigentes.


A protocolo contou ainda com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Pedro Cardoso, que destacou o papel da Fapricela, que assumiu “um compromisso com a sustentabilidade, a inovação e a responsabilidade ambiental”.


Fundada em 1977, a Fapricela iniciou a sua atividade com a produção de pregos para a construção social, mas ao longo das décadas diversificou a sua oferta, com a introdução de novos produtos uma vez que redes, arames a indiferente e cordão de aço, destinados a setores uma vez que a construção, a indústria e a mobilidade.

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