
A trabalhador das icónicas joias em forma de ovo foi vendida. A Fabergé passou das mãos dos britânicos da Gemfields, que adquiriram a empresa em 2013 por 142 milhões de dólares (murado de 122 milhões de euros à taxa de câmbio atual), para os norte-americanos da SMG Capital, num convenção fixado em 50 milhões de dólares (murado de 43 milhões de euros). A venda anunciada em dezembro do ano pretérito faz secção do projecto de restruturação da empresa que extrai pedras preciosas do continente africano e que enfrenta dificuldades devido à motim política em Moçambique. A operação da empresa na mina de rubis no país está, aliás, congelada de forma temporária. O novo possessor da empresa vai estrear-se nesta superfície de investimento. Sergei Mosunov é um empresário russo, radicado no Reino Uno, com largos investimentos em startups, sobretudo ligadas à tecnologia. A Fabergé foi fundada em 1842 por Gustav Fabergé e ficou conhecida pelo sucesso dos 50 ovos em joia encomendados pela família imperial russa entre 1885 e 1916. A Revolução Russa pôs término ao negócio, que também fabrica outras joias de luxo, relógios e peças encomendadas, quando os bolcheviques tomaram conta das oficinas e encerraram a produção, levando a família a fugir para a Alemanha, Finlândia e Suíça. A empresa só conseguiu reerguer-se em 2009, em seguida o lançamento de mais uma coleção quase 100 anos depois. Ao longo dos últimos anos, a trabalhador tem sido impactada pela queda das vendas no mercado de artigos de luxo: no ano pretérito, a faturação chegou aos 13,4 milhões de dólares, inferior dos 15,7 milhões registados em 2023. Sean Gilbertson, presidente executivo da Gemfields, descreveu o convenção porquê “o término de uma era”. “A Fabergé desempenhou um papel fundamental na valorização das pedras preciosas coloridas extraídas pela Gemfields e certamente sentiremos falta da sua influência no marketing e do seu poder de estrela”, acrescentou, num expedido publicado esta segunda-feira. Já o novo possessor, Mosunov, afirma que é uma “grande honra tornar-se o guardião de uma marca tão sensacional e mundialmente reconhecida”. A Gemfields admite que vai financiar as operações em Moçambique e Zâmbia com os lucros da venda ao grupo norte-americano.
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