O director de Operações para o projecto Rovuma LNG liderado pela ExxonMobil, Justin Clouter, expressou “optimismo” sobre o progresso dos trabalhos de engenharia do projecto de extracção de gás oriundo liquefeito a ser desenvolvido na Superfície 4 da bacia do Rovuma, na província de Cabo Ténue, na região Setentrião de Moçambique.
“Agora está-se a trabalhar no design e estamos muito optimistas com o projecto e a investir muita vigor e esforço nele. Esperamos resultados positivos”, afirmou o responsável citado pela Lusa.
São concessionárias da Superfície 4 a Mozambique Rovuma Venture (MRV) S.p.A, uma joint venture co-propriedade da Eni, da ExxonMobil e da CNODC (70%), a Empresa Vernáculo de Hidrocarbonetos E.P. (10%), a Galp Força Rovuma B.V. (10%) e a KOGAS Moçambique Ltd. (10%).
O projecto Rovuma LNG Tempo 1 representa um desenvolvimento significativo para o País e oferece uma oportunidade importante para o incremento poupado. O Rovuma LNG inclui a liquefacção e exportação de gás oriundo tirado dos campos da Superfície Offshore 4 ao largo da Península de Afungi, em Moçambique.
“O LNG ajuda a moldar uma era inteiramente novidade de soluções energéticas, e a McDermott desempenha um papel significativo nesta mudança global com mais de 60 anos de experiência em LNG”, disse, na profundidade, Rob Shaul, vice-presidente sénior do negócio de soluções de plebeu carbono da McDermott.

O projecto da Exxon em Cabo Ténue – província a setentrião afectada há quase sete anos por ataques terroristas – previa, conforme estimativas iniciais, uma produção de 15,2 milhões de toneladas de gás por ano, mas agora a companhia antevê uma produção anual de 18 milhões de toneladas.
O director-geral da ExxonMobil em Moçambique, Arne Gibbs, tinha avançado, a 3 de Maio de 2024, a possibilidade de a decisão sobre o investimento ser tomada no final de 2025.
Dois desses projectos têm maior dimensão e prevêem encanar o gás do fundo do mar para terreno, arrefecendo-o numa fábrica para depois o exportar por via marítima em estado líquido.
Um é liderado pela TotalEnergies (consórcio da Superfície 1) e as obras avançaram até à suspensão por tempo indeterminado, posteriormente o ataque armado a Palma, em Março de 2021, profundidade em que a energética francesa declarou que só retomaria os trabalhos quando a zona fosse segura. O outro é o investimento ainda sem pregão à vista liderado pela ExxonMobil e Eni (consórcio da Superfície 4).
Um terceiro projecto concluído e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Superfície 4 e consiste numa plataforma flutuante de captação e processamento de gás para exportação, directamente no mar, que arrancou em Novembro de 2022.
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