a d v e r t i s e m e n tAs exportações agrícolas da África do Sul para os Estados Unidos da América (EUA) aumentaram 26% antes da imposição de uma tarifa de 30%, em secção devido a uma colheita numeroso e aos preços mais elevados das matérias-primas a nível global, informou a Bloomberg.
Segundo noticiou, as exportações para os EUA subiram 26%, para 161 milhões de dólares, nos três meses até Junho, em verificação com o ano anterior, declarou Wandile Sihlobo, economista-chefe da Câmara de Negócios Agrícolas da África do Sul, numa estudo trimestral, nesta segunda-feira (18).
A maior secção das exportações para os EUA foi composta por citrinos, vinho, sumos de fruta e nozes.
“O facto de a África do Sul ter geralmente uma grande colheita de frutas também contribuiu para oriente aumento, que superou em muito o propagação trimestral médio típico das exportações para os EUA, que é de tapume de 9%”, afirmou Sihlobo, acrescentando: “Vale também a pena primar que o aumento ressalta, de certa forma, a valor do mercado norte-americano para alguns produtores.”
As exportações agrícolas totais da África do Sul subiram 10% para 3,71 milénio milhões de dólares no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.
Ainda assim, o aumento das exportações para os EUA pode revelar-se de curta duração, depois de Washington ter imposto uma tarifa de 30% sobre a maior economia de África em 7 de Agosto, uma das mais altas do mundo, em seguida não ter conseguido prometer um contrato mercantil com a gestão Trump.
Para amortecer o impacto das tarifas no sector agrícola sul-africano, impulsionado pelas exportações, a Câmara de Negócio Agrícola da África do Sul recomenda que os decisores políticos e as empresas priorizem a preâmbulo de novos mercados e a preservação dos já existentes.
“A África do Sul deve expandir o entrada ao mercado de alguns países-chave do conjunto BRICS, porquê China, Índia, Arábia Saudita e Egipto”, referiu Sihlobo. “A ênfase no BRICS deve ser na premência de reduzir as tarifas de importação e abordar as barreiras fitossanitárias artificiais que impedem um transacção mais profundo dentro desse grupo”, anuiu.
A África do Sul também deve manter o seu foco na redução das restrições logísticas, investindo em infra-estruturas portuárias e ferroviárias e melhorando as estradas nas cidades agrícolas, destacou o responsável.
Painel