O Presidente da República, Daniel Chapo, garantiu esta quarta-feira, 13 de Agosto, em Maputo, que o País vai entender o aproximação universal à robustez até 2030, capitalizando a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), maior produtora vernáculo de electricidade, e recorrendo também a fontes energéticas alternativas, informou a dependência Lusa.

“Moçambique compromete-se a universalizar o aproximação à robustez até 2030, com uma estratégia integrada que combina desenvolvimento do mercado energético, industrialização e fascínio de investimento, capitalizando Cahora Bassa e Mphanda Nkuwa uma vez que motores da transformação económica e da geração de valor interno”, declarou Daniel Chapo.

O superintendente do Estado falava na introdução da assembleia-geral da Africa50, um mecanismo continental que financia a construção de infra-estruturas e que decorre sob o tema “Moçambique e Africa50: Unir Infra-estruturas, Conectar Continentes e Transformar Vidas”.

Além da HCB, uma das maiores barragens de África, o Governo está a apostar no projecto da barragem de Mphanda Nkuwa, que contará com uma meão hidroeléctrica com capacidade de produção de 1500 MegaWatts (MW) e uma risco de transporte de subida tensão de 1350 a 1400 quilómetros, entre Tete, no meio, e Maputo, no sul do País.

Daniel Chapo destacou os progressos alcançados na expansão da rede eléctrica, com o aumento da taxa de aproximação de 31% para 62% da população desde 2018, ultrapassando as 400 milénio novas ligações por ano nos últimos dois anos.

Para continuar a expandir o aproximação, o País tem avançado com acordos regionais e globais, uma vez que a iniciativa ‘Missão 300’, liderada pelo Banco Mundial e pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), que pretende levar robustez a 300 milhões de africanos até 2030. O Presidente da República mostrou-se positivo nos novos pacotes de financiamento da Africa50 para projectos energéticos.

Moçambique compromete-se a universalizar o aproximação à robustez até 2030, com uma estratégia integrada que combina desenvolvimento do mercado energético, industrialização e fascínio de investimento, capitalizando Cahora Bassa e Mphanda Nkuwa uma vez que motores da transformação económica e da geração de valor interno

“Agora, estamos a desenvolver com a Africa50 transacções inovadoras, focadas em robustez, digitalização, integração regional, transporte e logística, com postos fronteiriços de paragem única, apoiados pela Zona de Negócio Livre Continental Africana. Cada uma destas iniciativas promove ocupação, diversificação económica e desenvolvimento sustentável de Moçambique e da SADC”, afirmou Daniel Chapo.

Criada pelos governos africanos e pelo BAD, a Africa50 tem uma vez que objectivo colmatar a vácuo de financiamento de infra-estruturas em África, promovendo o desenvolvimento de projectos, mobilizando capital e investindo em obras estruturantes. Agora, conta com 37 accionistas, incluindo Moçambique, que aderiu no ano pretérito.

Ainda esta quarta-feira (13), o Presidente da República anunciou que o País vai asilar, nos próximos meses, o Fórum Presidencial de Investimento em Infra-estruturas, com foco em projectos de robustez, linhas de transmissão, corredores económicos e logísticos, digitalização e conectividade continental.

No mesmo evento, foram assinados acordos para o financiamento, por secção da Africa50, da construção de três linhas de transporte de electricidade de 840 KV e de um meio de dados em Maputo.

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts