O Governo, reunido em mais uma sessão do Juízo de Ministros, revelou que pretende negociar com os Estados Unidos da América (EUA) um tratado de negócio livre, na sequência da imposição de uma taxa alfandegária de 16% por Washington.

“O esforço que o País vai fazer é naturalmente produzir espaço, no diálogo que tem havido entre EUA e Moçambique, para encontrar outras formas de explorar esta franqueza para permitir que as relações comerciais possam intercorrer num envolvente muito mais fiável e deleitável para os dois países”, declarou o porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa.

Em Abril, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma tarifa mínima de 10% a dezenas de países em todo o mundo e uma taxa suplementar aos que Washington considera “piores infractores” pelas suas barreiras aos produtos norte-americanos.

Para além de Moçambique, com uma tarifa de 16%, os outros países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), uma vez que o caso de Angola, vão registar tarifas de 32% e 13% na Guiné Equatorial, com os restantes (Brasil, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Virente e Timor-Leste) a enfrentarem tarifas de 10%, enquanto Portugal fica incluído nas que recaem sobre a UE.

Face às tarifas alfandegárias, o Governo moçambicano prometeu também proteger junto das autoridades americanas a premência de rever as tarifas impostas, considerando a possibilidade de renegociar o African Growth and Opportunity Act (AGOA), pacto mercantil que permite ter aproximação facilitado ao mercado dos EUA, de que Moçambique faz segmento.

“Iremos esforçar-nos para executar a renovação do AGOA uma vez que instrumento estratégico de cooperação e oportunidade do mercado, contribuindo para impulsionar o propagação parcimonioso, promovendo reformas económicas, políticas e estreitamento da cooperação dos Estados Unidos da América e Moçambique”, disse Impissa citado pela Lusa.

O pacto mercantil dos EUA, criado em Maio de 2000 e que expira em Setembro de 2025, concede aos países africanos elegíveis a isenção de impostos sobre murado de 6900 produtos para exportação para os EUA. Entre os países elegíveis figuram os lusófonos Angola, Cabo Virente, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.a d v e r t i s e m e n t

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts