O Governo sul-africano está a preparar um projecto de resposta para enfrentar a incerteza resultante de um verosímil fracasso nas negociações comerciais com os Estados Unidos da América (EUA). A iniciativa surge na sequência do pregão do Presidente norte-americano Donald Trump sobre a imposição de tarifas alfandegárias de 30%, cuja ingresso em vigor está prevista para quinta-feira, 7 de Agosto.

De congraçamento com o Departamento do Negócio, Indústria e Concorrência da África do Sul, estão em curso colaborações entre vários ministérios e instituições estatais com o objectivo de mitigar os potenciais impactos económicos da medida. “O Governo está a trabalhar com diferentes departamentos para prometer que o projecto de resposta seja eficiente e abrangente”, afirmou Kaamil Alli, porta-voz solene do departamento.

As negociações com os EUA ainda decorrem, e a África do Sul continua a procurar uma solução diplomática que evite a emprego das tarifas. Segundo Kaamil Alli, as propostas em estudo apresentam elementos positivos. “Estamos esperançosos de que o congraçamento que os EUA colocaram sobre a mesa contenha todas as componentes necessárias para se perceber uma solução equilibrada”, referiu.

O Governo sul-africano afirma que a sua prioridade é negociar um entendimento que seja mutuamente vantajoso. “A nossa principal prioridade é prometer que conseguimos chegar a um congraçamento que seja vantajoso tanto para a África do Sul porquê para os EUA, assegurando a ininterrupção e o estabilidade das nossas relações comerciais”, sublinhou o porta-voz.

O projecto de resposta está a ser elaborado em estreita pronunciação com o Tesouro Pátrio, com o Departamento da Cultivação e outras entidades relevantes. Mas, os detalhes da estratégia ainda não foram divulgados, uma vez que o processo de consulta entre os departamentos governamentais permanece em curso.

“Não podemos partilhar os detalhes do projecto neste momento, uma vez que as negociações continuam a discurso. Esta suplente é necessário para proteger o processo negocial e evitar interferências externas”, explicou Kaamil Alli.

O Executivo sul-africano enfrenta agora o duelo de prometer a segurança do transacção bilateral com os EUA e de proteger a economia vernáculo dos efeitos negativos das novas tarifas, caso estas venham efectivamente a ser aplicadas. O resultado das negociações poderá ter um impacto determinante no porvir das relações comerciais entre os dois países.

Natividade: SABC News

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