O ministro dos Transportes e Logística João Matlombe garantiu que a novidade empresa contratada para executar a renovação da Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e torná-la sustentável “está a executar o contrato assinado e espera, para breve, resultados satisfatórios”.

Em Maio, o Executivo anunciou a contratação da Knighthood Global para liderar a novidade tempo de renovação financeira e operacional da LAM. A empresa, liderada por James Hogan, vetusto presidente da Etihad Airways, tem um prazo de três meses para estabilizar e reposicionar a transportadora aérea moçambicana.

“O foco nos primeiros três meses é estabilizar e reposicionar a LAM”, refere a nota da consultora, sublinhando que trabalhará em fala com os novos accionistas — Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) —, entidades com procuração para comprar novas aeronaves e reconstituir a frota.

A consultora tem ainda a missão de trabalhar para a redução do nível de endividamento da companhia, fortalecimento do perfil de investimento, modernização da frota, implementação de sistemas de tecnologia de informação e revisão do protótipo de gestão de recursos humanos, de forma a certificar maior eficiência e melhoria da qualidade dos serviços.

Neste sentido, citado pelo jornal O País, Matlombe afirmou que, um mês depois do início das actividades da novidade percentagem de gestão, o Governo mostra-se esperançado nos resultados das reformas. “A LAM é prioridade dos moçambicanos e é libido de todos ter uma companhia aérea fiável, funcional, com qualidade e que seja orgulho de todos.”

João Matlombe, ministro dos Transportes e Logística

Recentemente, a Knighthood Global publicou que está a contratar cinco aeronaves Boeing 737-700, sublinhando que conta com a autorização dos accionistas da companhia para executar o negócio. As aeronaves devem ter uma feição de duas classes, “com um mínimo de 120 e um supremo de 140 assentos, optimizado para os requisitos da rede intra-africana da LAM”.

“A Knighthood Global está a conduzir leste processo competitivo, com prazos limitados, para prometer aeronaves que atendam aos requisitos operacionais, comerciais e estratégicos da LAM, seja por meio de compra directa, locação financeiro ou locação operacional”, avançou um expedido.

A entidade sustentou que “as partes interessadas devem enviar propostas formais, incluindo especificações técnicas, relatórios de ‘status’ de manutenção e termos comerciais, até sexta-feira, 20 de Junho de 2025”, acrescenta-se no proclamação.

Há vários anos que a LAM enfrenta problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimento, com registo de alguns incidentes, não fatais, associados por especialistas à deficiente manutenção das aeronaves.

Só em 2021, a LAM registou um prejuízo de mais de 1,4 milénio milhões de meticais (21,7 milhões de dólares), em 2022 com 448,6 milhões de meticais (6,9 milhões de dólares), em 2023 com 3,9 milénio milhões de meticais (60,5 milhões de dólares) e em 2024 com registo de 2,2 milénio milhões de meticais (34,1 milhões de dólares).

Em Fevereiro, o Executivo anunciou a desvario de 91% das acções do Estado na companhia aérea através de negociação pessoal. O valor estimado a ser arrecadado com a venda das acções do Estado, tapume de 130 milhões de dólares (8,3 milénio milhões de meticais), deverá destinar-se à obtenção de oito novas aeronaves e à renovação da empresa.

O Presidente da República, Daniel Chapo afirmou, recentemente, que há “raposas e corruptos” dentro da Linhas Aéreas de Moçambique, que possuem “conflitos de interesse” e que impediram a renovação da companhia de harmonia com o previsto no projecto dos primeiros 100 dias de governação.

O Executivo moçambicano comunicou que vai continuar com uma auditoria judicial às contas da empresa referentes aos últimos dez anos, um processo que será concluído em menos de seis meses. Na sequência, uma manancial governamental admitiu ainda que será necessário, também, “reduzir o número de trabalhadores” da companhia, dos actuais 800, devido à frota reduzida.

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts