Criado pela organização sem fins lucrativos RedBridge, o evento vai caracterizar Portugal uma vez que extensão da comunidade de inovação da Califórnia e promover ligações entre fundadores de ‘startups’ — tanto aqueles que querem entrar em Portugal uma vez que portugueses que querem investir nos Estados Unidos.
 
“A RedBridge nasceu com esta visão de promover o desenvolvimento de um ecossistema que ajuda a integração de quem vem de fora”, disse à Lusa a cofundadora Filipa Pinto de Roble.
“Entendemos que havia uma urgência de fazer a conexão entre as pessoas que vinham de fora e o enorme talento que temos em Portugal, fundadores e projetos que podem beneficiar muito de ter estas colaborações”, acrescentou.
No outro sentido, a teoria é “usar a ponte para ajudar os nossos fundadores a fazer nascente desenvolvimento e escalar para a Califórnia e para os Estados Unidos”.
O evento vai ser moderado pelo cofundador da RedBridge Jonathan Littman e terá a presença da Empowered Startups, a Oreo Real Estate Advisors e a AGPC (da qual Filipa Pinto de Roble também é cofundadora).
Os oradores serão os portugueses João Mota, da Void Software, que se vai transladar de Leiria para falar da sua experiência a desenvolver projetos com ‘startups’ americanas, e Micael Oliveira, um dos fundadores da ‘startup’ Amplemarket que reside em São Francisco.
Micael Oliveira disse à Lusa que o seu objetivo é falar sobre a experiência de ser um fundador que começou a ‘startup’ em Portugal e fez a transição para Silicon Valley.
“É para partilhar essa proeza e a evolução do ecossistema de ‘startups’ portuguesas e depois fazer ‘networking’ [contactos] com pessoas que vêm de Portugal e outras da Bay Area”, explicou.
Oliveira, que está nos Estados Unidos há murado de dez anos, disse que “há muitas semelhanças” entre São Francisco e Lisboa e o que falta agora no ecossistema português é um sazão, considerando nascente tipo de eventos importantes para estreitar relações.
“Há cada vez mais investidores americanos que percebem que em Portugal também se pode investir”, afirmou. “Trazer mais visibilidade e fabricar estas conexões é lucrativo”, acrescentou.
A teoria de que Portugal é a novidade Califórnia para ‘startups’ — com firmeza, talento e qualidade de vida — é alguma coisa que Filipa Pinto de Roble considera “uma imagem formosa” mas que não deve ser redutora.
“Acho que existe o repto de nos assumirmos uma vez que somos enquanto Portugal, enquanto ecossistema único, que não deve tentar ser uma segunda Silicon Valley porque isso é impossível”, frisou a responsável.
“Mas podemos usar estas ligações para aprender com os melhores exemplos, e também os piores para não os repetirmos, e podermos fabricar o ecossistema de conformidade com aquilo que são as nossas características”, sustentou.
A iniciativa da RedBridge vai incluir uma receção no Shack15 no dia anterior ao evento, para promover ligações entre investidores, fundadores e mentores, e uma sessão intitulada “Portugal Calling” no dia 20 de junho, para ajudar interessados em investir no país.
Os quase 150 participantes registados são sobretudo norte-americanos interessados em saber mais sobre o ecossistema português.
A RedBridge foi fundada em 2022 uma vez que um clube que “tem a missão de conectar o ecossistema de empreendedorismo e inovação de Lisboa e Silicon Valley, e de uma forma mais universal Portugal e os Estados Unidos”.
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