A Europa vai açodar a competitividade em Perceptibilidade Sintético (IA) nos próximos dois anos. Quem o diz é Jensen Huang, CEO e cofundador da Nvidia, na conferência VivaTech em Paris.


Numa profundeza em que se fala que o conjunto europeu está a perder terreno para os Estados Unidos da América (EUA) e China, que se posicionaram na traço da frente do progresso tecnológico, o líder tecnológico afirma que a escassez de computação em IA “será resolvida brevemente”.


Com perto de 20 centros de dados planeados e a serem construídos na Europa, com desfecho prevista para os próximos anos, Huang prevê que a capacidade europeia cresça 10 vezes mais em unicamente dois anos. Só neste projecto incluem-se cinco gigafábricas que vão utilizar os “chips” da Nvidia.


“A Europa está a apostar tudo o que tem na IA. A quantidade de infraestrutura de IA que está a ser construída cá vai crescer numa grande ordem de magnitude nos próximos anos”, disse Jensen Huang na conferência.


O fundador da Nvidia, uma das maiores fabricantes de “chips” da atualidade mundial, promoveu a construção de centros de dados e de tecnologia “na Europa, por empresas europeias para o mercado europeu”.


O espaço europeu tem sido fim de críticas por estar a perder terreno para os dois grandes blocos, nomeadamente por justificação do excesso de regulação às suas empresas, com muitos a indicarem ser um travão ao desenvolvimento tecnológico da região.


Ainda assim, há empresas a escolher países europeus para colocarem as suas infraestruturas, nomeadamente centros de dados. Portugal tem sido um dos países escolhidos, com grande atenção para o núcleo em Sines, e também para a amarração dos cabos submarinos, onde o país se pode conectar a si próprio com outros continentes e pode conectar ainda a Europa.  

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts