
Europa “contagiada” por queda das tecnológicas do lado de lá do Atlântico. Índices recuam
Os principais índices europeus negoceiam esta manhã com perdas, à exceção da bolsa de Amesterdão, com o sentimento dos investidores a ser pressionado por um “selloff” de ações de algumas das maiores tecnológicas do mundo cotadas nos Estados Unidos (EUA) durante o dia de ontem.
O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – perde 0,06% para os 553,87 pontos.
Entre os principais índices da Europa Ocidental, o boche DAX cai 0,37%, o espanhol IBEX 35 cede 0,17%, o italiano FTSEMIB desvaloriza 0,26%, o gálico CAC-40 perde 0,14% e o britânico FTSE 100 recua 0,17%. O neerlandês AEX é o único a valorizar a esta hora, numa profundeza em que regista ganhos de 0,46%.
As ações tecnológicas europeias seguem em queda, refletindo o movimento do setor nos EUA na sessão de terça-feira. Nesta risca, a francesa Atos, por exemplo, segue a ceder mais de 1,30% a esta hora. Já a SAP regista perdas mais contidas, na ordem dos 0,60%.
As ações europeias têm estado a negociar num pausa apertado, posteriormente terem restaurado de um “selloff” em meados de maio causado pela preocupação com as tarifas anunciadas e impostas pelos EUA. O índice de referência do Velho Continente negoceia agora murado de 1,2% aquém de seu supremo histórico atingido em março deste ano.
As atenções parecem virar-se agora para o Simpósio da Suplente Federalista dos EUA, à medida que os “traders” procuram por pistas relativas à possibilidade de o banco meão norte-americano progredir com um incisão de juros na sua reunião de setembro.
Entre os setores, o dos recursos naturais (-0,75%) regista as maiores perdas, seguido do turismo (-0,59%). Por outro lado, os bens domésticos (+0,46%) e o setor fomentar (+0,56%) lideram os ganhos.
Quanto aos movimentos do mercado, a alemã Rheinmetall (-1,40%) continua a perder terreno, seguindo a tendência da última sessão, posteriormente a reunião entre Trump, Zelenskyy, líderes europeus e da NATO, na Moradia Branca, ter indicado para a possibilidade de uma reunião entre os Presidentes da Ucrânia e da Rússia para pôr término ao conflito.
Já a suíça Alcon segue a perder quase 10% depois de a obreiro de dispositivos médicos ter reduzido a sua previsão de vendas.
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