
A economia norte-americana gerou 139 milénio empregos em maio, um valor que fica supra dos 130 milénio novos postos de trabalho esperados pelos analistas, apesar de simbolizar um decréscimo em relação aos 147 milénio criados no mês anterior, indicou esta sexta-feira o Departamento de Estatísticas do Ocupação dos EUA.
A taxa de desemprego manteve-se inalterada nos 4,2%, em risco com aquela que era a expectativa do mercado.
Apesar de a geração de tarefa ter ficado supra das previsões, o mercado laboral da maior economia mundial continua a dar sinais de prostração, dando mais força a uma eventual descida das taxas diretoras pela Suplente Federalista (Fed) norte-americana.
Ou por outra, os números aumentam a pressão sobre Donald Trump, que enfrenta a frustração dos eleitores norte-americanos em relação à economia, numa fundura em que o Presidente norte-americano tem pressionado o presidente da Fed, Jerome Powell, para flexibilizar as taxas de renda.
Os setores com maior geração de tarefa foram os cuidados de saúde e o lazer e hotelaria. Por outro lado, o tarefa na indústria transformadora sofreu uma contração.
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