Os Estados Unidos bombardearam na madrugada deste sábado três instalações nucleares do Irão, entrando directamente na guerra iniciada por Israel há nove noites contra a República Islâmica do Irão.
Donald Trump fez um exposição à país na Mansão Branca, ao lado do vice-presidente JD Vance, e dos secretários de Estado, Marco Rubio, e da Resguardo, Pete Hegseth, em que deixa novas ameaças ao Irão.
A Lusa traduziu e transcreveu o exposição integral à país do Presidente norte-americano:
“Há pouco tempo, as forças armadas dos Estados Unidos realizaram ataques maciços e de precisão contra as três principais instalações nucleares do regime iraniano: Fordo, Natanz e Esfahan. Toda a gente ouviu estes nomes durante anos, enquanto construíam nascente empreendimento terrivelmente destrutivo.
O nosso objectivo era a devastação da capacidade de enriquecimento nuclear do Irão e pôr término à prenúncio nuclear representada pelo Estado patrocinador do terrorismo número um do mundo. Esta noite, posso discursar ao mundo que os ataques foram um sucesso militar espectacular. As principais instalações de enriquecimento nuclear do Irão foram totalidade e completamente destruídas. O Irão, o valentão do Médio Oriente, tem agora de fazer a silêncio. Se não o fizer. Os futuros ataques serão muito maiores e muito mais fáceis.
Durante 40 anos, o Irão tem vindo a proferir. Morte à América, morte a Israel. Têm percorrido a matar o nosso povo, a rebentar-lhes os braços, as pernas, com bombas à extremidade da estrada. Essa era a sua especialidade. Perdemos mais de 1.000 pessoas e centenas de milhares em todo o Médio Oriente e em todo o mundo morreram porquê resultado directo do seu ódio em pessoal. Muitos foram mortos pelo seu general, Qassem Soleimani [Antigo comandante da Força Quds, uma unidade do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, responsável por operações militares clandestinas fora do Irão, morto por um drone norte-americano em 2020]. Há muito tempo que decidi que não deixaria que isto acontecesse. Não vai continuar.
Quero agradecer e felicitar o primeiro-ministro Bibi Netanyahu. Trabalhámos em equipa porquê talvez nunca nenhuma equipa tenha trabalhado antes, e fizemos um longo caminho para expulsar esta terrível prenúncio a Israel. Quero agradecer aos militares israelitas pelo magnífico trabalho que realizaram. E, mais importante ainda, quero felicitar os grandes patriotas americanos que pilotaram estas magníficas máquinas esta noite, e todos os militares dos Estados Unidos por uma operação porquê o mundo não via há muitas, muitas décadas.
Esperamos não voltar a precisar dos seus serviços nesta capacidade. Espero que assim seja. Quero também felicitar o Presidente do Estado-Maior Conjunto [norte-americano], o general Dan “Razin” Caine, um general espcetacular, e todas as mentes militares brilhantes envolvidas neste ataque.
Dito isto, isto não pode continuar. Ou haverá silêncio, ou haverá tragédia para o Irão, muito maior do que aquela a que assistimos nos últimos oito dias. Lembrem-se, ainda há muitos alvos. O desta noite foi o mais difícil de todos, de longe, e talvez o mais mortífero. Mas se a silêncio não chegar rapidamente, iremos detrás desses outros alvos com precisão, velocidade e habilidade. A maioria deles pode ser eliminada numa questão de minutos. Não há nenhum tropa no mundo que pudesse ter feito o que fizemos esta noite. Nem de perto. Nunca houve um tropa que pudesse fazer o que aconteceu há pouco tempo.
Amanhã, o general Caine e o secretário da Resguardo, Pete Hegseth, darão uma conferência de prelo às 08 da manhã no Pentágono. E quero agradecer a toda a gente. E, em pessoal, a Deus. Quero exclusivamente proferir que te amamos, Deus, e amamos os nossos grandes militares. Protege-os. Deus abençoe o Médio Oriente. Deus abençoe Israel e Deus abençoe a América. Muito obrigado.” (RM/ NMinuto)
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