a d v e r t i s e m e n tCabo Verdejante quer que a economia do dedo represente 25% do Resultado Interno Bruto (PIB) até 2030, mas um estudo apresentado nesta quarta-feira (6) revela que o país ainda se encontra num nível intermédio de preparação do dedo, noticiou a Lusa.
“Os inquéritos realizados permitiram obter um retrato da situação recente de Cabo Verdejante no que toca à prontidão do dedo. Avaliámos em pessoal a sociedade social, a gestão pública e o sector privado, e a média universal foi de 3,75, o que corresponde a um intensidade intermédio de preparação”, afirmou Margarida Mascarenhas, mentora do estudo sobre estratégia pátrio de competências digitais.
A pesquisa, que envolveu uma modelo de milénio participantes em todas as ilhas, mostra que, embora os cabo-verdianos tenham algumas competências para realizar certas tarefas de forma autónoma, ainda estão longe de possuir autonomia do dedo suficiente para declarar que o país está pronto para a transformação pretendida.
“O objectivo de Cabo Verdejante é que a economia do dedo represente 25% do PIB até 2030, mas, para conseguir esta meta, é necessário prometer que aqueles que compram, vendem, regulam e possibilitam pagamentos possam participar também desse processo, desempenhando o seu papel”, referiu a representante.
Os resultados do estudo irão permitir ao país delinear acções para atingir esse objectivo.
“Nas próximas fases, iremos propor caminhos para prometer que até 2030 estaremos muito perto ou a 100% do que se pretende, quer no que respeita à acessibilidade, quer à literacia do dedo”, frisou Margarida Mascarenhas.
Por sua vez, o secretário de Estado da Economia Do dedo, Pedro Lopes, destacou que o Governo quer substanciar as competências digitais da população.
“Queremos desenvolver uma estratégia para as competências digitais, seja para o reforço nas empresas, seja para as pessoas. O objectivo é termos uma sociedade completamente preparada para a sociedade da informação”, afirmou.
“O estudo indica que há potencial para duplicar o PIB cabo-verdiano através do reforço das competências digitais, não exclusivamente pela empregabilidade, que é sempre mencionada, mas pelo impacto que isso pode ter no dia-a-dia das pessoas e empresas”, acrescentou ainda o responsável.
Pedro Lopes destacou áreas uma vez que a Lucidez Sintético, o trabalho com dados e outras novas competências tecnológicas uma vez que fundamentais para a construção de uma “verdadeira região do dedo”.
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