a d v e r t i s e m e n tCentenas de estudantes africanos estão entre os principais afectados por uma ordem da Gestão Trump que proíbe a Universidade de Harvard de matricular estudantes estrangeiros no ano lectivo 2025-2026. A decisão, considerada “proibido e punitiva” por especialistas e pela própria instituição, poderá resultar na expulsão de estudantes africanos e colocar em risco o seu trajectória estudante e horizonte profissional, informou na sexta-feira, 30 de Junho, o paga Expansão.

Segundo o órgão, 263 estudantes da África Subsaariana encontram-se entre os sete milénio titulares de vistos F-1 (estudante não imigrante) e J-1 (visto de intercâmbio) afectados pela medida.

A decisão, inserida num envolvente de crescente tensão entre a Gestão Trump e instituições académicas, foi acompanhada de novas directivas do Departamento de Estado, que suspenderam as entrevistas para emissão de vistos a estudantes estrangeiros. O processo será agora condicionado à estudo das redes sociais dos candidatos e a verificações alargadas de segurança, o que poderá atrasar drasticamente a ingressão de estudantes africanos nos EUA.

Na gesto judicial interposta pela universidade, a 23 de Maio, Harvard afirma que a decisão “tenta extinguir um quarto do corpo estudantil da universidade com um simples golpe de caneta”, numa clara retaliação pelo facto de a instituição ter rejeitado pressões governamentais para controlar o seu currículo, corpo docente e oração estudante.

Além das restrições, a Vivenda Branca congelou 2,2 milénio milhões de dólares (140,8 milénio milhões de meticais) em subsídios plurianuais destinados a Harvard e ameaçou trinchar até 9 milénio milhões de dólares (576 milénio milhões de meticais) em contratos e apoios federais. Esta ofensiva iniciou-se em Abril, em seguida a universidade se ter recusado a tomar medidas punitivas contra estudantes e professores que protestaram contra os ataques israelitas em Gaza, acusando Harvard de “tolerância ao antissemitismo” e de promover “ideologias liberais”.

Para os estudantes africanos, muitos dos quais dependem de bolsas, parcerias institucionais ou esteio familiar para estudar nos Estados Unidos, a proibição representa não exclusivamente a interrupção do seu trajectória estudante, mas também a perda de oportunidades únicas de formação e investigação em áreas uma vez que saúde, ciência, tecnologia e políticas públicas.

Instituições de ensino na Ásia reagiram rapidamente. A Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong anunciou que irá oferecer procedimentos de recepção simplificados, esteio estudante e bolsas de estudo para os estudantes estrangeiros afectados pela política norte-americana, convidando-os a transferir os seus estudos para a China.

Para muitos destes jovens, os Estados Unidos simbolizam há décadas um orientação de primazia académica. A imposição de barreiras administrativas e políticas vem aumentar as desigualdades no entrada ao ensino superior internacional, afectando de forma desproporcionada os estudantes africanos.

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